Diário da Manhã

sexta, 18 de outubro de 2019

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BRA-PEL 363 : Brasil e Pelotas se enfrentaram apenas uma vez pelo Gauchão em 20 anos

12 março
09:03 2019

O Bra-Pel não é realizado há quatro anos. A disputa do clássico é algo raro no Campeonato Gaúcho. Nos últimos 20 anos houve apenas uma temporada em que os dois clubes tiveram juntos na primeira divisão. Essa exceção na trajetória recente de Brasil e Pelotas ocorreu em 2014 e, na ocasião, o duelo foi realizado na Boca do Lobo. Houve empate por 1 a 1. Essa escassez de Bra-Pel aumenta ainda mais a expectativa para o jogo de domingo, às 16h, no Bento Freitas.

O Pelotas começou a semana do clássico mais cedo. Depois do jogo de domingo – empate por 0 a 0 com o Veranópolis, no Antônio David Farina -, o Lobo começou a pensar no Bra-Pel. Já o Brasil repete o discurso de que o clássico só entrará na pauta na quarta-feira, porque o momento é de se concentrar no São Luiz (partida desta noite no Bento Freitas). “A nossa semana Bra-Pel começa na quarta-feira. O nosso grupo está bem ciente que o nosso foco está no próximo jogo”, diz o técnico Gustavo Papa.

SEM JOHN – O Pelotas começa hoje a  preparação para o clássico, com duas certezas. Não poderá contar com o lateral direito John Lennon – um dos principais jogadores da equipe -, que levou o terceiro cartão amarelo no jogo em Veranópolis. Em compensação contará com o retorno de Reinaldo Dutra, que cumpriu suspensão domingo – uma arma eficiente na bola aérea. A vaga na lateral deverá ser ocupada por Adriano Lara, que é o reserva imediato de John Lennon.

O executivo do futebol do Pelotas, Marcelo Sangaletti, diz que na semana de clássico é importante trabalhar o lado emocional do jogador. Ele entende que não existe favorito para o jogo de domingo, mas reconhece uma leve “vantagem do Brasil, porque eles estarão em casa”.

SEGURANÇA- As normas de segurança para o Clássico Bra-Pel de domingo, no Bento Freitas, pela 10ª rodada do Gauchão, serão anunciadas na tarde desta terça-feira em entrevista coletiva, com a presença das direções dos clubes, na sede do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar). Uma das medidas adotadas em clássicos anteriores foi a escolta dos torcedores visitantes por policias de um estádio ao outro (antes e depois do jogo). A segurança necessita ser proporcional à rivalidade entre as duas torcidas.

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