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terça, 22 de outubro de 2019

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CANTO LÍRICO : Jovem mezzo-soprano participa de campanha

CANTO LÍRICO  : Jovem mezzo-soprano  participa de campanha
13 agosto
08:36 2019

Votação online para apresentação com a Orquestra de Câmara da ULBRA

Por Carlos Cogoy

Ela neste ano estará concluindo o bacharelado em canto na UFPel. Na trajetória, destaca o canto como solista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Há dois anos, a pelotense Natália Gonçalves de 27 anos, após participação no Festival Internacional de Música do SESC em Pelotas, recebeu convite do maestro Evandro Matté. E naquele ano, ela interpretou a Sinfonia n⁰ 1 de Alexander Scriabin, sob a regência do maestro Manfredo Schmiedt. Neste ano, em janeiro, atuou como solista na nona edição do Festival do SESC. Em 2020, informa Natália, ela poderá participar de uma “Cortina Lírica”, sob a regência do maestro Tiago Flores, com a Orquestra de Câmara da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Para assegurar a participação, no entanto, ela terá de estar entre três mais votados. E Natália divulga a campanha, cuja votação é online, e poderá ser feita até 30 de novembro. A promoção é do grupo porto-alegrense Agenda Lírica, e estão concorrendo vinte cantores. Para votar no 1º Concurso de Canto Online Agenda Lírica, acesse o endereço: agendalirica.com

Pelotense Natália Gonçalves foi convidada e cantou com Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA)

Pelotense Natália Gonçalves foi convidada e cantou com Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA)

MEZZO-SOPRANO – Natália também destaca a participação no “Noite Lírica” no teatro da Sociedade Espanhola em Bagé, quando interpretou árias de óperas, e foi acompanhada ao piano pelo professor Marcelo Cazarré. “Iniciei estudos com a professora Magali Richter e, atualmente, sou orientada pela professora Leonora Oxley Rodrigues. A orientação delas tem sido fundamental para adquirir conhecimento. Também não posso deixar de citar as professoras Eiko Senda, japonesa, que determinou minha classificação vocal, e a italiana Patrizia Morandini, que me fez entender como cantar sendo mezzo-soprano. Todas são excelentes e, de forma especial, me ajudaram a dar os primeiros passos como cantora profissional.

FAMÍLIA – A ligação com a música começou em casa, pois Natália observava o pai tocar e cantar. Aos dois anos, ela começou a cantar na igreja. Aos sete, passou a aprender instrumentos como teclado e violão. Posteriormente, saxofone e contrabaixo. “Minha mãe também sempre gostou muito de cantar e, quase todos os dias, durante a infância, ao invés de brincar com as amigas, eu preferia estar cantando com ela, ou ensaiando para me apresentar na igreja. Participei de diversos grupos de louvores da igreja. Mas, normalmente desde menina, sempre cantei sozinha”.

ERUDITO – Sobre a arte erudita menciona: “No início, tive um certo receio, porque realmente é um reduto excludente. Mas o amor pelo que faço é maior. Então, deixei fluir e as coisas foram acontecendo de maneira muito rápida, pois antes de entrar para a faculdade, nunca tinha interpretado o canto lírico. Entrei porque queria estudar canto, e acabei me apaixonando pela música erudita. Desenvolvi a técnica vocal em pouco tempo, não tive dificuldades de aprendê-la. Costumo pensar que isto já estava dentro de mim, só esperando a hora certa de acontecer”.

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