Diário da Manhã

segunda, 10 de agosto de 2020

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CINEMA : Filme pelotense no Quarentena Festival

CINEMA : Filme pelotense no  Quarentena Festival
27 maio
13:37 2020

Votação aberta na internet para escolher o vencedor de festival online

Por Carlos Cogoy

No começo deste mês, eles se reuniram online e, em quatro dias gravaram o curta “Amor da minha live”. Na produção, foram vinte horas de gravação, e o curta tem duração de 24 minutos – filme pode ser assistido no Youtube. Como roteiristas e intérpretes, carioca Rosane Muniz, e os pelotenses Charlie Rayné e Helena Prates. Edição e finalização a cargo do jaguarense Guilherme Larrosa. O curta está concorrendo no Quarentena Film Festival , e o público pode votar até dia 27. Acesse o formulário no endereço:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScmZOvJa7lTieU_RE9jdKsKdgN9cgMdK4xHy8z0IAEpBQzxgw/viewform

IDEIA – O amor nos tempos de lives. Edgar (Charlie Rayné), e Jane (Helena Prates), estão separados pelo “Corona Bear”. Na quarentena, o casal, com apoio da amiga Glória (Rosane Muniz), interage sobre o relacionamento amoroso. A ideia surgiu quando foi divulgado o período de inscrições para o Quarentena Film Festival. Para a gravação, o grupo usou o aplicativo Zoom. O Festival tem como objetivo, valorizar a produção de filmes durante a quarentena.

TALENTOS – Charlie é ator, diretor e escritor, e conheceu Helena Prates, no Teatro Escola de Pelotas (TEP). Ambos cursaram comunicação social na UCPel, e posteriormente seguiram para o eixo Rio/São Paulo. Charlie retornou à cidade natal, e Helena permaneceu em São Paulo, conquistando reconhecimento como pesquisadora e criadora de audiovisuais. Eles convidaram Rosane Muniz, doutora em figurino teatral pela USP, e docente na UFRGS. Charlie destaca o jaguarense Guilherme Larrosa – egresso da Arquitetura na UCPel -, que integrou a equipe de arte do filme Bacurau, premiado em Cannes ano passado. Atualmente, Larrosa dedica-se à pesquisa na área de desenho interativo em Buenos Aires.

FESTIVAL – O Quarentena Online Film Festival, é iniciativa dos estudantes Mateus Rocha e Lara Sampaio (ESPM/RJ), visando estimular a produção artística durante o período de distanciamento social. O Festival recebeu 47 inscrições, principalmente do Rio de Janeiro e São Paulo. Mas além de outras localidades como a produção pelotense, também houve inscrições de países como Colômbia, Espanha, Portugal, Inglaterra, Irlanda e Alemanha. Os participantes têm entre dezoito e 56 anos, e atuam em variadas atividades na área de Cinema e Audiovisual.

PREMIAÇÃO – Além da votação do júri popular, os 86 participantes integrarão a banca avaliadora. Cada um, conforme divulgação, poderá votar em até cinco filmes por

categoria. No Festival, constam dezessete categorias, desde fotografia e roteiro, corriqueiras em eventos do gênero, até inovações como “Rio de Lágrimas” – dramalhão -, Prêmio Cardio – acelera o coração – e Stay At Home, dedicado a quem melhor captou a proposta. A premiação será conhecida no dia 30 de maio. O pelotense Charlie Rayné conclui: “A premiação será a participação, o reconhecimento e a vontade de produzir arte em tempos tão difíceis”.

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