Diário da Manhã

segunda, 21 de setembro de 2020

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Equilibrado time do Brasil enfrenta o Caxias, cujos números se destacam

24 janeiro
09:30 2014
Brasil: depois de bater o Cruzeiro, joga contra o Caxias no Centenário

Brasil: depois de bater o Cruzeiro, joga contra o Caxias no Centenário

O Brasil enfrenta neste sábado, no Centenário, em Caxias do Sul, uma equipe com números que chamam a atenção neste começo de Campeonato Gaúcho. O Caxias fez o maior número de gols nas duas primeiras rodadas, mas a defesa está entre as mais vazadas da competição. Esse time de extremos vai desafiar o equilíbrio do rubro-negro pelotense, que se caracteriza fundamentalmente pela solidez defensiva e pela objetividade na hora de atacar.

O Caxias está na liderança da Chave 2, com quatro pontos – seis gols marcados. Mas a defesa sofreu quatro – menos gols apenas do que o Aimoré, que tem desempenho inferior justamente por conta da derrota diante da equipe grená da Serra. O time treinado por Pícolli estreou com empate por 2 a 2 diante do Veranópolis fora de casa e, nesta quarta-feira, derrotou o Aimoré por 4 a 2 em Caxias do Sul.

Se o Caxias fez dois jogos até agora no Gauchão, o Brasil jogou apenas uma vez – vitória de 2 a 0 diante do Cruzeiro, no Bento Freitas. O adiamento da partida diante do São Paulo, que seria na quarta e ficou para o dia 12 de fevereiro, permitiu que houvesse mais tempo para a recuperação do lateral direito Raulen. O jogador saiu de campo no domingo com uma lesão.

“O Raulen sentiu uma fisgada na parte posterior da coxa direita, fez uma ressonância e não acusou nenhuma lesão. Mas estamos tendo precaução com ele, que vem de um tempo parado. As chances de jogar são remotas”, disse o médico André Guerreiro.

Bate Pronto – por Caldenei Gomes

Derrotados

Os principais derrotados no adiamento do jogo entre São Paulo e Brasil, quarta-feira, no Aldo Dapuzzo, são os presidentes do clube rio-grandino e da FGF. Domingos Escovar resistiu sempre a qualquer hipótese de o jogo não ser realizado na Linha do Parque. E por uma causa justa: queria uma grande renda em função do momento histórico. O clube volta à primeira divisão, após 11 anos.

Já Francisco Novelletto entendia também desta forma – mesmo que o São Paulo tivesse uma pena para cumprir da perda do mando de campo desde o ano passado. Novelletto só não passa por cima é dessas de decisões dos órgãos de segurança. Mas bem gostaria…

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