Diário da Manhã

domingo, 05 de julho de 2020

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Junho Ambiental apresenta poemas sobre a mata nativa

Junho Ambiental apresenta poemas sobre a mata nativa
23 junho
09:00 2020

Qual adulto não sente saudade de quando era criança e podia desfrutar a liberdade de ter vivido numa zona rural ou cidade pequena, onde uma das brincadeiras do dia era subir nas árvores em volta de casa e criar várias aventuras, comer uma fruta apanhada no pomar ou simplesmente se deitar numa sombra nos dias quentes? Buscando resgatar essas memórias afetivas e despertar o interesse de quem não pôde desfrutar dessas proezas na infância, o projeto “Lembranças lá de fora – Poemas ambientais sobre a flora” busca remeter ao leitor momentos vividos pelo autor e sua família, apresentando a fauna e flora da nossa região.

Os poemas fazem parte das atividades comemorativas do “Junho Ambiental na BR-116/RS” promovida pela Gestão Ambiental das obras de duplicação da BR-116/RS (Guaíba a Pelotas) de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

A ideia do autor em compor poemas sobre temas relacionando a sua infância e a fauna e a flora da nossa região surgiu através do conhecimento adquirido junto ao trabalho da Gestão Ambiental do empreendimento.

Serão apresentados três poemas que mostram as espécies protegidas por lei e que foram transplantadas durante a implementação da duplicação da rodovia. O primeiro trata da Figueira, seguido pelo Butiazeiro, fechando com a Corticeira-do-banhado. Para acompanhar o projeto basta seguir as publicações no Facebook da Gestão (facebook.com/BR116RS

Poema 1:

Figueira

Na frente do galpão existe um mundo

Que só quem for criança pode entrar

Vira nave espacial, navio e até cavalo

Basta querer imaginar

 

Ninguém sabe a sua idade

Ou quanto tempo está lá

Mas várias gerações eu sei

Souberam desfrutar

 

Da sua sombra grandiosa

E sua frutinha saborosa

A grande figueira é para nós

Nossa árvore mais mimosa

 (Solano Ferreira)

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