Diário da Manhã

terça, 21 de agosto de 2018

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LOBÃO : Sem Germano, é hora de Tom

LOBÃO : Sem Germano, é hora de Tom
16 maio
08:30 2018

O técnico Paulo Porto já trabalha com a hipótese de não contar com Germano na partida de domingo, às 16h, contra o Esportivo, em Bento Gonçalves. O jogador sentiu uma lesão no adutor da coxa no jogo passado e não está ainda recuperado. Se não tiver condições de jogar no Parque Montanha dos Vinhedos, a vaga deve ser ocupada do Tom – destaque na goleada de 4 a 1 diante do Lajeadense na semana passada.

Giancarlo sofreu uma contratura na panturrilha da perna esquerda no começo do jogo passado. Ele deve estar recuperado até domingo e fazer parte do time nesse primeiro jogo das quartas de final da Divisão de Acesso. O reserva imediato da posição é Giovane Gomes. O atacante Hugo Sanches não treinou ontem por causa de indisposição estomacal, mas não será problema para a partida diante do Esportivo.

O regulamento do Acesso tem como segundo critério de desempate o saldo qualificado (gol marcado fora de casa vale o dobro). Desta forma, o Esportivo terá a desconfortável situação contraditória na partida de domingo: precisa atacar para vencer, mas não pode se expor defensivamente porque a marcação de gol será valiosa ao Pelotas.

Roger vê o Esportivo confiante

O Esportivo está confiante em avançar para as semifinais da Divisão de Acesso, eliminando o Pelotas na combinação de resultados dos jogos marcados para os dois próximos domingos. O lateral esquerdo Roger Bastos alicerça essa confiança na campanha do time no segundo turno da fase classificatória, quando a equipe de Bento Gonçalves teve aproveitamento de 80,9%: cinco vitórias e dois empates em sete rodadas.

Roger Bastos acredita que o Pelotas terá “certa pressão” da torcida

Roger Bastos acredita que o Pelotas terá “certa pressão” da torcida

“Vão ser jogos muito difíceis, contra um adversário qualificado, mas sabemos que temos boas chances de passar se mantivermos o bom nível que apresentamos no returno da segunda fase”, diz Roger Bastos, que é um dos seis jogadores do Esportivo, que jogaram no Pelotas. Os outros são Fernando Cardozo, Tiago Gasparetto, Vinícius Martins, Helder e Diego Torres.

“É importante vários jogadores do nosso grupo conhecer bem o Pelotas. Sabem como funciona o ambiente interno do clube nesse tipo de jogo por se tratar de uma decisão. Sabemos que a Nação Áureo-Cerúlea respeita esses dois jogos. Existe uma preparação diferente, uma certa pressão, o apelo da torcida. O fator de conhecermos o clube não influencia diretamente no campo de jogo”, comenta o lateral do Esportivo.

O time serrano se reforçou ao longo da disputa da Divisão de Acesso. Chegaram jogadores importantes como Eduardinho, ex-Veranópolis; Diego Torres e Welder, que estavam no Avenida. Mas o ponto forte do time de Cristian de Souza, segundo Roger Bastos, é o coletivo. “Sem dúvida essa foi nossa principal virtude. O pessoal que entrava – independentemente da situação – não deixava cair o nível. Conseguimos manter a regularidade, principalmente no returno da primeira fase”, completa.

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