Diário da Manhã

domingo, 31 de maio de 2020

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PRESÍDIO : Visitas presenciais prosseguem suspensas por mais quinze dias

PRESÍDIO : Visitas presenciais prosseguem  suspensas por mais quinze dias
21 maio
09:13 2020

A Secretaria da Administração Penitenciária (Seapen), e a Superintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE), promoveram nesta semana, nova atualização da Nota Técnica nº 1/2020,

prorrogando por mais quinze dias, a contar do prazo anterior , nesta quinta, a suspensão de visitas presenciais nos estabelecimentos prisionais do Rio Grande do Sul.

O novo prazo se esgotará em 5 de junho, podendo ser novamente prorrogado, dependendo da evolução da pandemia em território gaúcho. Além disso, a nova versão promove a integração com a Ordem de Serviço Conjunta, de nº 2 (Seapen e Susepe), que tornou obrigatório o uso de máscaras no sistema prisional, em consonância com as diretrizes sanitárias nacionais e estaduais, e estabelecendo um alinhamento com o modelo de adoção de bandeiras, proposto pelo governo do Estado, dentro do sistema penitenciário.

As visitas presenciais no sistema prisional gaúcho foram suspensas em 23 de março, como forma de prevenção à disseminação do Coronavírus. O prazo inicial era de quinze dias, mas foi prorrogado em 2 de abril para mais 15, que se esgotariam em hoje. Em 8 de abril, foi instituída a modalidade de televisita, como forma de mitigar o distanciamento ocasionado pela suspensão das visitas presenciais. O sistema já funciona em dezenas de casas prisionais do Rio Grande do Sul.

Cesar Faccioli

Cesar Faccioli

SECRETÁRIO Cesar Faccioli (Seapen), acrescenta: “Nesses dois primeiros e difíceis meses de convívio mais direto com o inimigo invisível, o governo do Estado do Rio Grande do Sul, em geral, e o sistema penitenciário gaúcho, em especial, têm enfrentado o desafio com planejamento, agilidade, respeito às recomendações técnicas, monitoramento permanente, parcerias institucionais valiosas e adesão incondicional dos servidores, estes, registre-se, os verdadeiros concretizadores de qualquer política pública. Diante do inesperado e do contingente, diante de sensações como as de incerteza, desorientação e imprevisibilidade, temos reagido com organização e método, melhores antídotos contra o pânico”.

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