Diário da Manhã

terça, 25 de junho de 2019

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ROSA NEGRA : Reencontro celebra clássicos do rock

12 junho
08:33 2019

Quinta às 21h no Sherlock Pub, show da banda pelotense Rosa Negra

Por Carlos Cogoy

                Um show para quem gosta do velho rock. No repertório, clássicos que marcaram o gênero. Mas, ao invés de covers, uma banda que apresenta versões. E o público poderá ouvir, tanto referências do rock internacional, quanto destaques do som nacional. No show que assinala reencontro da banda pelotense Rosa Negra, músicas dos anos sessenta até a década de noventa. Após vinte anos da dissolução do grupo, o quarteto tem se reunido para apresentações que celebram o rock. A ideia é divertir-se, compartilhando com o público o bom e velho rock’n’roll. Na quinta às 21h, Fernando Ferreira (baixo e voz), Rossano Diniz (guitarra), Hemerson Ferreira (guitarra), e Alessandro “Xuxão” Leroy (bateria), estarão tocando no Shelock Pub – rua 3 de Maio 866.

Rosa NEGRA logoORIGEM – A Rosa Negra esteve em atividade entre 1991 e 95. Após algumas alterações na formação, manteve-se com os irmãos Ferreira, Leroy e Rossano. Sobre a designação, Hemerson explica: “O nome Rosa Negra surgiu em 1991, após a fusão de duas bandas. Eu e o baterista Alessandro ‘Xuxão’ Leroy, éramos de uma banda de heavy metal chamada Cemitério, que se uniu com integrantes de uma banda cover do Guns N’ Roses. A Rosa Negra então passou por algumas formações, mas logo chegaram o baixista Fernando Ferreira e o guitarrista Rossano Diniz. O nome teve a ver com aquele contexto do rock mundial, início dos anos noventa, bem como pelo estilo musical que assumia”.

INFLUÊNCIAS - Entre as influências musicais do grupo, bandas como Rolling Stones, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Barão Vermelho, Raul Seixas, ACDC, The Cult e Guns N’ Roses. Para o guitarrista Rossano, a predileção era pelo som do Iron Maiden. Já Fernando sintonizava com Rolling Stones, e o rock nacional de Raul Seixas, Barão Vermelho e TNT. Para o baterista Leroy e Hemerson, o rock progressivo dos anos sessenta e setenta, culminando com o Grunge dos noventa. Hemerson acrescenta: “O que era vanguarda na nossa juventude virou clássico. Quando tocamos, o público sente uma certa nostalgia, o que nem era nosso objetivo inicial, mas é o que costumamos ouvir após os shows. Os mais velhos dizem que voltaram no tempo. Já os mais novos curtem as guitarras distorcidas do velho estilo roqueiro. Então, independente da idade, agradamos quem realmente gosta de rock”.

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ROCK – Na trajetória da Rosa Negra, shows em locais como Verdes Anos, Cais Entre Nós, Teatro Avenida e Satolep. A banda também tocou na região, apresentando-se em Rio Grande, São Lourenço do Sul e Porto Alegre. “Somos talvez uma das bandas mais antigas da cidade, verdadeiros veteranos do rock na região. Pessoalmente cada integrante tem a sua profissão, mas nos reunimos por diversão. O rock é o nossa forma de expressão artística, cultural e filosófica, uma espécie de lazer, mas tocamos rock com vigor e pegada. Nada contra, mas não somos animadores de festa. A Rosa Negra não faz isso. Não vivemos exclusivamente de música, então tocamos o que realmente gostamos de ouvir e tocar. Nosso show é de rock n’ roll”, informam os integrantes. Contatos com a banda: (53) 9 9979.8301; 9 8407.4155.

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