Diário da Manhã

domingo, 09 de agosto de 2020

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Transporte Coletivo Indicativo de greve na pauta dos rodoviários

Transporte Coletivo Indicativo de greve na pauta dos rodoviários
05 dezembro
16:44 2013

A história se repete, mais uma vez com a possibilidade de a população viver os transtornos da falta de transporte coletivo no mês de dezembro. É que o dissídio dos trabalhadores no transporte coletivo de Pelotas – urbano e interdistrital –, data-base 1 de novembro, ainda não foi resolvido entre empresários e categoria. E, assim como ocorreu no ano passado, são fortes os indícios de uma nova paralisação dos serviços a partir do fim da próxima semana.

Paralisações devem ocorrer pelo mês de dezembro

Paralisações devem ocorrer pelo mês de dezembro

Até esta quinta-feira, os empresários não haviam respondido à proposta enviada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Pelotas(STTRP), no mês de outubro, na qual a categoria pede “reajuste salarial de 12%; plano de saúde; seguro de vida; vale-alimentação no 13° salário; horário corrido(sem intervalo) de sete horas de trabalho e manutenção das conquistas anteriores”.

É nesse contexto que os trabalhadores vão para a Assembleia convocada pelo Sindicato para a próxima terça-feira, com primeira chamada às 20h30min e segunda às 21h. Na pauta constante no edital de convocação “Análise e discussão sobre o andamento do dissídio coletivo 2013/2014, além de deliberar sobre os rumos do movimento e decidir – apreciar e votar – a possibilidade ou não de deflagrar indicativo de greve”.

“Existe grande possibilidade de que a Assembleia decida, sim, pelo indicativo de greve, haja vista que os empresários ainda não acenaram com uma contraproposta às pretensões dos trabalhadores”, garante Eder Blank, presidente do STTRP.

EM DEZEMBRO do ano passado, após negociações que não avançaram ao encontro das “demandas elencadas pela categoria”, os trabalhadores resolveram paralisar os serviços. A paralisação durou cinco dias, entre os dias 13 e 17, quando a categoria aceitou 8% de reajuste salarial. Na ocasião, a tarifa do transporte coletivo urbano passou de R$ 2,55 para R$ 2,75. Este ano, após negociações entre a Prefeitura e os empresários, a tarifa baixou para R$ 2,60.

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