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quinta, 13 de agosto de 2020

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VITÓRIA NO TRIBUNAL : Brasil é absolvido do ‘Caso Pará’ no STJD

VITÓRIA NO TRIBUNAL :  Brasil é absolvido do ‘Caso Pará’ no STJD
01 julho
13:59 2020

Por: Henrique König

O GE Brasil novamente venceu no tribunal do STJD. Em videoconferência desta terça-feira (30), o Xavante foi absolvido do ‘Caso Pará’, na cobrança do fair play financeiro, por conta dos atrasos salariais durante a Série B 2019. O placar dos votos foi de 6 a 2, favorável ao Rubro-Negro. Inocentado, o Brasil fica na Série B de 2020. Parte interessada na ação, o Londrina, do advogado Paulo Schmitt, permanece na Série C do Campeonato Brasileiro.

Inicialmente, eram três jogadores a mover a ação contra o Xavante. O Brasil foi vencendo nos tribunais, mas o lateral-esquerdo Pará, com seu advogado, recorreu contra o Rubro-Negro. O Londrina era um grande empenhado no desenrolar da trama, pois queria trocar de lugar com o Brasil, ficando na Série B. O Tubarão paranaense também vinha tentando derrubar o Figueirense nos tribunais, pela mesma questão dos atrasos salariais.

“Havia compromissos com o atleta, fomos tramitando, houve o acordo e o pagamento. O tribunal manteve a decisão da comissão disciplinar, negando o recurso do Londrina e do atleta, mantendo a absolvição do clube. Havia um voto pela perda de três pontos, o que não alteraria a classificação final da competição. Outro voto, pela perda de seis pontos, impactaria. Mas acreditamos que a decisão foi justa, levando em conta as provas e todo o processo. Repito: o Brasil não descumpriu o acordo, quem descumpriu foi o atleta, no nosso entendimento”, alegou o advogado do GE Brasil, Alexandre Borba.

No Órgão do STJD, esta decisão foi a última instância. Absolvido no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, o Brasil aguarda se o Londrina vai recorrer no TAS, da Fifa, na Suíça. Em 2017, o Internacional tentou escapar da Série B nacional por este meio e não obteve sucesso.

O advogado Alexandre Borba continua tranquilo quanto à absolvição. Ressaltou o placar folgado em ambas as votações, em primeira e segunda instância no STJD.

Para o Brasil, do susto fica o alerta para as próximas temporadas, com a importância da manutenção dos salários em dia, mediante as possíveis punições.

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