Fomos surpreendidos com a decisão do Legislativo, com respaldo da base do governo, de aprovar uma Lei contrária à regionalização do aterro de Pelotas (prática hoje aplicada no Rio Grande do Sul, no Brasil e em muitos países). Se confirmada, inviabiliza a redução de custos pelo município, a não arrecadação de impostos decorrente da prestação de serviços a outros municípios e a não geração de energia verde para atender parte da população de Pelotas a partir do biogás do aterro.
Na forma pela qual a prefeita Paula Mascarenhas pretende contratar os serviços com o fornecedor atual, os investimentos da CRVR previstos para Pelotas não poderão ocorrer, obrigando a empresa a buscar outros municípios ou regiões para implantação do empreendimento e condenando Pelotas a um custo altíssimo de destinação de resíduos pelos próximos 20 anos.

A CRVR está ao inteiro dispor da administração municipal para qualquer esclarecimento e aguarda uma ação clara da Prefeita.
Pelotas/RS, 28 de novembro de 2017.