Quatro mandados de busca e apreensão também foram cumpridos nas residências dos suspeitos. As investigações do MP indicam que o grupo cometeu improbidade administrativa, ordenação de despesa não autorizada, dispensa indevida de licitação, além dos crimes de associação criminosa, peculato, corrupção passiva, coação no curso do processo e fraudes a licitação.
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AUTORIDADES fizeram a batida nesta quinta-feira[/caption]Conforme o promotor de Justiça Rogério Meirelles Caldas, os desvios teriam ocorrido de janeiro a agosto deste ano. A investigação teve início com uma inconformidade encontrada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE) em relação a empenhos de medalhas e troféus que não estavam devidamente acompanhados de uma licitação regular.
A partir disso, a investigação verificou que as notas fiscais eram falsificadas ou adulteradas. Conforme o MP, os agentes públicos utilizavam laranjas para descontar cheques do município que eram dados em pagamento a despesas oriundas de notas falsificadas. O prefeito de Chuí exonerou os envolvidos no fim do mês passado.
Segundo o MP, depois de fotocopiado pela prefeitura, o cheque era alterado para o nome de um dos envolvidos, que apresentava ao banco para saque. O prejuízo estimado é superior a R$ 70 mil. Os suspeitos eram titulares das secretarias de Esportes e de Administração e Fazenda. O servidor era Coordenador da Tesouraria do município.