Neste ano, a ponte construída pelos alunos pesou 1,870 quilos e suportou uma carga de 232,175 quilos. O grupo, formado por quatro alunos, superou o recorde do ano anterior, que alcançou a marca de 208 quilos.
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A ponte mais resistente foi executada com cálculo de treliça, ou seja, por cinco ou mais unidades triangulares construídas com o macarrão, cujas extremidades são ligadas através de nós - feitos de poliepóxi.[/caption]A ponte mais resistente foi executada com cálculo de treliça, ou seja, por cinco ou mais unidades triangulares construídas com o macarrão, cujas extremidades são ligadas através de nós - feitos de poliepóxi. De acordo com o grupo, os cálculos realizados, a qualidade do material utilizado e os fatores de segurança foram os diferenciais para a conquista. Juntamente com o trabalho prático, os estudantes entregaram um relatório com todos os dados do teste destrutivo de pontes de macarrão.
De acordo com o docente, a oportunidade vai além do aprendizado em sala de aula, pois possibilita trabalhar em equipe e respeitar as regras estabelecidas. “É um ensaio do que eles enfrentarão no mercado de trabalho, visto que depois de formados terão que cumprir prazos, obedecer critérios e trabalhar em grupo”, destaca.
Para a acadêmica Morgana Strelow, a atividade é uma forma de competição saudável. “Somamos as nossas habilidades e discutimos ideias até chegarmos ao comum acordo, então enxergo a ocasião como um teste para o meu futuro profissional”, afirma. Além de Morgana, o grupo era formado por Luana Schulz, Emerson Sell e Márcio Maciel. O desafio ocorre em diversas universidades e na UCPel foi realizado pela sexta vez.