A primeira lembrança foi a do músico e intérprete José Valter de Oliveira Valmúrio, autor da composição do hino do Lobo: “Orgulho-me de ser áureo cerúleo pela grandeza do ideal. Ufano-me de ser áureo cerúleo pelo que tem de emocional...”.
Em seguida, o Pelotas lembrou do heróico atacante Flávio Minuano. Com carreira de conquistas no Internacional, passagens por Fluminense, Corinthians e Porto de Portugal, o fazedor de gols foi o artilheiro do Campeonato Gaúcho de 1977 pelo Áureo Cerúleo: 13 tentos na conta.
Os torcedores mais velhos vão lembrar do goleiro Juarez, que marcou época na Boca do Lobo nos anos 1980, até o começo da década seguinte. Idolatria inesquecível para quem viu em campo.
O histórico técnico Valmir Louruz, que faleceu em 2015 e teve em homenagem uma das Copas do Rio Grande do Sul com seu nome, foi a última postagem sobre o tema. Ele treinou o Pelotas em pelo menos quatro oportunidades: entre 1981 e 1983, em 1998, em 2005 e por último em 2009. É ídolo também no Juventude e no Vitória de Salvador.