Para o prefeito em exercício e secretário de Desenvolvimento Rural, Idemar Barz, embora a queda seja bastante significativa, o produtor continuará recebendo incentivo de parte do Poder Público e das instituições de assistência técnica para que o cultivo de pessegueiros continue predominante no interior do município. “A perda estimada em 40% da safra não deve ser fator de desestímulo. Pelotas, maior produtor de pêssego para indústria do país, tem tradição histórica no cultivo dos pomares. Vamos continuar promovendo a produção e o trabalho incansável da agricultura familiar. Em 2023, a Quinzena do Pêssego completará dez anos. Queremos fortalecer a iniciativa”, afirma.A queda de produção foi apontada, também, em relação a outras frutíferas, como amora, com dez hectares cultivados e 20% de perdas, e ameixa, com nove hectares e 15% de quebra de produção. O IBGE atribui os prejuízos ao excesso de chuvas e geadas neste ano. Por enquanto, são somente estimativas. Os índices definitivos serão anunciados quando encerradas as colheitas.
A reunião foi coordenada por Eduardo de Almeida Guimarães Peixoto, do IBGE/Pelotas, e contou com a presença, além da Prefeitura, de representações da Emater e do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga).