Em meio à turbulência que ganhou lugar na produtiva rotina da empresa, na terça-feira, a tristeza e revolta se somavam a perda e perspectivas que formatavam interrogações diversas. O que fazer? Qual a solução? Como vai ficar? Com se recuperar? O sentimento do empresário Ailton Knorst ultrapassava o que se pode chamar de frustração.

PREJUIZO até esta terça-feira chegava a R$ 600 mil
“Na verdade, dá é nojo da nossa política, que permite situações como a que está ocorrendo no país”, salientou, em meio a pensamentos sobre como manter as atividades com as cerca de 160 mil aves sobreviventes. A ração está acabando. A hora é de priorizar a alimentação das sobreviventes.
“Estamos priorizando as aves novas (pintos)”, admitiu o empresário.
A empresa de Knorst, agora detentora de prejuízo de grande vulto, até a tragédia da qual foi vítima, era produtora de dez mil dúzias de ovos por dia. No momento, a produção é zero. A torcida e expectativa, agora, são pela chegada de ração, vinda de municípios como Tucunduva, Santa Rosa e Caçapava. Mas isso não depende apenas da direção de empresa, a qual depende de cerca de 150 mil quilos de ração por semana para dar suporte à produção de ovos.