{"id":104668,"date":"2020-12-11T09:37:53","date_gmt":"2020-12-11T12:37:53","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=104668"},"modified":"2020-12-11T09:37:53","modified_gmt":"2020-12-11T12:37:53","slug":"stj-reconhece-aposentadoria-especial-para-vigilantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/stj-reconhece-aposentadoria-especial-para-vigilantes\/","title":{"rendered":"STJ reconhece aposentadoria especial para vigilantes"},"content":{"rendered":"<p>A Primeira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) decidiu hoje (9) reconhecer que vigilantes, quer trabalhem armados ou n\u00e3o, t\u00eam direito \u00e0 aposentadoria especial. A quest\u00e3o foi decidida durante o julgamento de tr\u00eas processos que tratavam do reconhecimento da contagem diferenciada do tempo de servi\u00e7o para solicitar o benef\u00edcio no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Apesar do entendimento, a Uni\u00e3o pode recorrer da decis\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_104669\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-104669\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-104669\" src=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/vigilantes-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/vigilantes-300x188.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/vigilantes-150x94.jpg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/vigilantes.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-104669\" class=\"wp-caption-text\">Reconhecimento \u00e9 independente do profissional trabalhar armado ou n\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>A discuss\u00e3o envolve o reconhecimento da periculosidade no exerc\u00edcio das atividades dos vigilantes. At\u00e9 abril de 1995, era permitido o reconhecimento da periculosidade por meio de qualquer comprova\u00e7\u00e3o dos riscos da profiss\u00e3o. Por\u00e9m, a partir da edi\u00e7\u00e3o da Lei 9.032\/1995 e do Decreto 2.172\/1997, o enquadramento passou a ser conforme a comprova\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00e3o a agentes nocivos. Dessa forma, os vigilantes n\u00e3o tiveram mais direito \u00e0 aposentadoria especial e diversas a\u00e7\u00f5es foram protocoladas em todo o pa\u00eds em busca do reconhecimento da nocividade do trabalho.<\/p>\n<p>Por unanimidade, o colegiado do STJ reconheceu o direito dos vigilantes \u00e0 aposentadoria especial e definiu a seguinte tese, que poder\u00e1 ser seguida em casos semelhantes:<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 admiss\u00edvel o reconhecimento da especialidade da atividade de vigilante, com ou sem arma de fogo, em data posterior a Lei 9.032\/1995 e ao Decreto 2.172\/1997, desde que haja comprova\u00e7\u00e3o da efetiva nocividade da atividade por qualquer meio de prova at\u00e9 5 de mar\u00e7o de 1997 (data do decreto) e, ap\u00f3s essa data, mediante apresenta\u00e7\u00e3o de laudo t\u00e9cnico ou elemento material equivalente para comprovar a permanente, n\u00e3o ocasional, nem intermitente, exposi\u00e7\u00e3o a agente nocivo que coloque em risco a integridade f\u00edsica do segurado\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Primeira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) decidiu hoje (9) reconhecer que vigilantes, quer trabalhem armados ou n\u00e3o, t\u00eam direito \u00e0 aposentadoria especial. 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