{"id":106912,"date":"2021-03-11T10:05:45","date_gmt":"2021-03-11T13:05:45","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=106912"},"modified":"2021-03-11T10:05:45","modified_gmt":"2021-03-11T13:05:45","slug":"mes-das-mulheres-conheca-a-goleira-rubiani","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/mes-das-mulheres-conheca-a-goleira-rubiani\/","title":{"rendered":"M\u00caS DAS MULHERES :  Conhe\u00e7a a goleira Rubiani"},"content":{"rendered":"<p>Por: Henrique K\u00f6nig<\/p>\n<p>Nas categorias de base, ela foi considerada uma das melhores goleiras do pa\u00eds. Rubiani Klug hoje tem 20 anos e uma carreira muito bonita nas equipes mais jovens. Em especial no Pelotas Lobas, ela conseguiu atingir o n\u00edvel para convoca\u00e7\u00f5es pela sele\u00e7\u00e3o brasileira. Foram viagens para treinar nos grandes centros que marcam sua experi\u00eancia de vida. Tamb\u00e9m se destacou em Campeonato Ga\u00facho e fez parte do elenco adulto do Gr\u00eamio.<\/p>\n<div id=\"attachment_106913\" style=\"width: 269px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-106913\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-106913\" src=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/rubiani-259x300.jpg\" alt=\"\" width=\"259\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/rubiani-259x300.jpg 259w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/rubiani-129x150.jpg 129w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/rubiani.jpg 399w\" sizes=\"(max-width: 259px) 100vw, 259px\" \/><p id=\"caption-attachment-106913\" class=\"wp-caption-text\">Rubiani Klug vestiu as camisas do Pelotas, do Gr\u00eamio e da sele\u00e7\u00e3o nacional<\/p><\/div>\n<p>Rubi come\u00e7ou a jogar bola aos cinco anos de idade, ainda na escola Alfredo Simon, em Pelotas. Na \u00e9poca, precisava jogar futsal com os meninos. Ela revela a d\u00favida entre jogar na linha ou de goleira. Foi na escolinha do Pelotas, em 2010, que decidiu defender as redes. \u201cNos treinos faltava algu\u00e9m para ser goleira e acabei tomando gosto. Em 2013, houve a minha primeira peneira para sele\u00e7\u00e3o brasileira e foi no Parque Lob\u00e3o. Eu nunca tinha treinado e jogado no campo, foi minha primeira experi\u00eancia j\u00e1 na seletiva sub-15. Por uma surpresa muito grande, acabei convocada\u201d, relata a jogadora.<\/p>\n<p>Na breve carreira, marcou atuar pelo Pelotas, pela Sele\u00e7\u00e3o Ga\u00facha e ser convocada para o Gr\u00eamio. \u201cNo Gr\u00eamio, eu era muito nova, com 17 anos e as demais goleiras j\u00e1 eram da categoria adulta\u201d, ent\u00e3o acabou n\u00e3o atuando em campeonato nacional pelas tricolores.<\/p>\n<p>Foram tr\u00eas convoca\u00e7\u00f5es para sele\u00e7\u00e3o brasileira nas categorias de base. \u201cFoi uma experi\u00eancia surreal, porque a realidade \u00e9 completamente diferente das equipes pelo Brasil afora. Eram regras, cronogramas, refei\u00e7\u00f5es pr\u00e9-divididas, tudo acompanhado, em desempenho, em sa\u00fade, com m\u00e9dico, fisioterapeuta e nutricionista. Uma rotina desenhada desde a manh\u00e3, com treinos em dois turnos. Treinamento t\u00e1tico, t\u00e9cnico, na academia, crioterapia (regenerativo nos baldes e banheiras com gelo) e alguns per\u00edodos de folga para n\u00e3o sobrecarregar\u201d, relembra Rubi.<\/p>\n<p>A goleira pelotense conheceu a famosa Granja Comary, onde treinam os selecionados e as selecionadas pela CBF, e tamb\u00e9m outro CT no Rio de Janeiro. Foi campe\u00e3 ga\u00facha sub-17 com o Pelotas, mas a quantidade de medalhas \u00e9 grande na cole\u00e7\u00e3o de Rubiani.<\/p>\n<p>Hoje ela \u00e9 estudante de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica. Ainda com a possibilidade de voltar atuar, enxerga o panorama do futebol feminino com um olha cr\u00edtico: \u201cHouve avan\u00e7o nos clubes por press\u00e3o e exig\u00eancias externas. Poderia ter ocorrido o mais cedo poss\u00edvel. Mas vejo como grande avan\u00e7o, oportunidades para as meninas agarrarem e criarmos um cen\u00e1rio mais amplo, com chances melhores, estruturas melhores. Aqui no Sul, Pelotas sempre \u00e9 refer\u00eancia, mas n\u00e3o \u00e9 uma capital, n\u00e3o tem tanta estrutura, n\u00e3o tem tantos patroc\u00ednios, ent\u00e3o, quando Gr\u00eamio e Inter entraram na iniciativa, incentiva a enfrentarem as dificuldades. Mas \u00e9 um distanciamento grande, por prepara\u00e7\u00e3o, pr\u00e9-temporada, estrutura, ent\u00e3o o Pelotas, que disputava direto ainda com o Duda\/Canoas, no mesmo f\u00f4lego, no mesmo pique, hoje n\u00e3o \u00e9 a mesma situa\u00e7\u00e3o, se comparar com o Inter ou com o Gr\u00eamio. Cria-se um abismo entre as realidades\u201d, analisa com precis\u00e3o.<\/p>\n<p>E qual o recado para as meninas no futebol? \u201cAproveitar essa nova onda que tem vindo, com visibilidade, transmiss\u00e3o em tv aberta, estrutura, apoio de grandes clubes, porque a gente passa por muita dificuldade nesse sentido, ent\u00e3o a gente v\u00ea \u00e0 nossa volta pessoas auxiliando, se dedicando, fazendo seu trabalho e isso incentiva para seguirmos no meio, na carreira, por um lugar que merecemos. Lutamos h\u00e1 muito tempo e aos poucos estamos conseguindo.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Henrique K\u00f6nig Nas categorias de base, ela foi considerada uma das melhores goleiras do pa\u00eds. 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