{"id":109152,"date":"2021-05-26T09:12:00","date_gmt":"2021-05-26T12:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=109152"},"modified":"2021-05-26T09:12:00","modified_gmt":"2021-05-26T12:12:00","slug":"sonhos-de-pedra-livro-do-jornalista-klecio-santos-retrata-em-minucias-a-construcao-dos-molhes-em-rio-grande","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/sonhos-de-pedra-livro-do-jornalista-klecio-santos-retrata-em-minucias-a-construcao-dos-molhes-em-rio-grande\/","title":{"rendered":"SONHOS DE PEDRA :  Livro do jornalista Kl\u00e9cio Santos retrata em min\u00facias a constru\u00e7\u00e3o dos molhes em Rio Grande"},"content":{"rendered":"<p>Uma das maiores obras da engenharia mar\u00edtima ganha um livro \u00e0 altura:\u00a0<strong>Sonhos de Pedra (Stone Dreams)<\/strong>. Ao longo de 240 p\u00e1ginas, o jornalista\u00a0<strong>Kl\u00e9cio Santos<\/strong>\u00a0retrata em min\u00facias a epopeia que foi a constru\u00e7\u00e3o dos molhes em Rio Grande, que come\u00e7ou a ganhar impulso em 1883 com a chegada do engenheiro Hon\u00f3rio Bicalho e s\u00f3 conclu\u00edda cerca de tr\u00eas d\u00e9cadas depois.<\/p>\n<p>No dia 1\u00ba de mar\u00e7o de 1915, o navio-escola Benjamin Constant cruzou a Barra em dire\u00e7\u00e3o ao novo porto de Rio Grande. Era o fim de uma longa jornada que culminou em um prod\u00edgio da engenharia, um sonho em forma de dois bra\u00e7os de pedra, erguido com o suor humano, num dos locais mais in\u00f3spitos do Brasil.<\/p>\n<p>Uma nova etapa de progresso surgia com a conclus\u00e3o dos molhes e amplia\u00e7\u00e3o do porto de Rio Grande. Desde os prim\u00f3rdios, foi por ali que circulou a maior parte da riqueza produzida no Rio Grande do Sul. A maior praia do mundo, o Cassino, ganhou tamb\u00e9m um cart\u00e3o-postal, um atrativo \u00e0 parte. Da regi\u00e3o de Cap\u00e3o do Le\u00e3o e Monte Bonito, em\u00a0<strong>Pelotas<\/strong>, sa\u00edram as pedras da constru\u00e7\u00e3o, um inferno a c\u00e9u aberto, que ganha um cap\u00edtulo \u00e0 parte no livro.<\/p>\n<p>Sonhos de Pedra (Stone Dreams) levou tr\u00eas anos de pesquisas e \u00e9 rico em iconografia, com mapas, cart\u00f5es-postais e documentos raros, al\u00e9m de relatos de viajantes. A edi\u00e7\u00e3o \u00e9 bil\u00edngue (portugu\u00eas\/ingl\u00eas), com tradu\u00e7\u00e3o de Adriano Migliavacca, com selo da\u00a0<strong>Cabrion<\/strong>\u00a0\u2013\u00a0\u00a0criado em homenagem \u00e0 antiga folha ilustrada que mesclava literatura e s\u00e1tira social no s\u00e9culo 19. O patroc\u00ednio \u00e9 da Celulose Riograndense (CMPC), com apoio dos Pr\u00e1ticos da Barra do Rio Grande. J\u00e1 est\u00e1 em\u00a0<strong>pr\u00e9-venda<\/strong>\u00a0pelo site<strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.livraria\/\">https:\/\/www.livraria<\/a>\u00a0<a href=\"http:\/\/vanguarda.com.br\/\">vanguarda.com.br<\/a><\/strong>\/.<\/p>\n<p>Ao longo das p\u00e1ginas, Kl\u00e9cio Santos tamb\u00e9m narra epis\u00f3dios hist\u00f3ricos como o dia em que Rio Grande amanheceu sob a mira de canh\u00f5es durante a Revolta da Armada, o tr\u00e1gico naufr\u00e1gio do navio Rio Apa, as visitas imperiais e a chegada de Jos\u00e9 da Silva Paes em 19 de fevereiro de 1737, quando o brigadeiro enfim penetrou no canal da Barra.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-109154\" src=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/klecio-santos-300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/klecio-santos-300x200.jpeg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/klecio-santos-150x100.jpeg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/klecio-santos-768x513.jpeg 768w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/klecio-santos.jpeg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>KL\u00c9CIO SANTOS<\/strong><\/p>\n<p>Graduado em Jornalismo pela Universidade Cat\u00f3lica de Pelotas (UCPel), come\u00e7ou sua carreira no jornal Agora.\u00a0Tamb\u00e9m atuou nos jornais\u00a0Di\u00e1rio da Manh\u00e3<em>,<\/em>\u00a0Di\u00e1rio Popular\u00a0e\u00a0Correio do Povo.\u00a0Em 1997, concluiu p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Artes, com especializa\u00e7\u00e3o em Patrim\u00f4nio Cultural, pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).\u00a0Em 1999, transferiu-se para Bras\u00edlia, onde foi colunista de\u00a0Zero Hora\u00a0e\u00a0Di\u00e1rio Catarinense, editor-chefe da sucursal multim\u00eddia e executivo do Grupo RBS. Em 2010, concluiu o Master em Jornalismo pela Universidade de Navarra (Espanha) e Instituto Internacional de Ci\u00eancias Sociais. Tem MBA em Gest\u00e3o Empresarial pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV).<\/p>\n<p>Na \u00e1rea liter\u00e1ria, em 2012, lan\u00e7ou o\u00a0livro\u00a0<em>Sete de Abril, o Teatro do Imperador<\/em>, pela editora Libretos. \u00c9 autor tamb\u00e9m de\u00a0<em>O Reino das Sombras \u2013 Palcos, Sal\u00f5es e o Cinema em Pelotas<\/em>, publicado no volume 2 do Almanaque do Bicenten\u00e1rio de Pelotas. Em 2014, lan\u00e7ou\u00a0<em>Mercado Central \u2013 Pelotas 1846-2014<\/em>,\u00a0pela editora Fructos do Paiz.\u00a0Durante o Bi\u00eanio Simoniano (2015-2016), assinou o posf\u00e1cio\u00a0da primeira vers\u00e3o em\u00a0livro\u00a0<em>de A Fam\u00edlia Marimbondo,<\/em>\u00a0de Jo\u00e3o Sim\u00f5es Lopes Neto. Em 2017, foi patrono da 45\u00aa Feira do\u00a0Livro\u00a0de Pelotas, per\u00edodo em que lan\u00e7ou\u00a0<em>Bibliotheca P\u00fablica Pelotense<\/em>, pela Fructos do Paiz, obra que resgata a hist\u00f3ria dos 140 anos daquela institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das maiores obras da engenharia mar\u00edtima ganha um livro \u00e0 altura:\u00a0Sonhos de Pedra (Stone Dreams). 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