{"id":11887,"date":"2014-02-07T09:29:58","date_gmt":"2014-02-07T11:29:58","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=11887"},"modified":"2014-02-07T09:57:34","modified_gmt":"2014-02-07T11:57:34","slug":"refugiados-que-vem-do-haiti-nao-tem-orientacao-sobre-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/refugiados-que-vem-do-haiti-nao-tem-orientacao-sobre-o-brasil\/","title":{"rendered":"Refugiados que vem do Haiti n\u00e3o t\u00eam orienta\u00e7\u00e3o sobre o Brasil"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><b>Ano passado 21 mil haitianos chegaram ao Pa\u00eds. Eles sofrem discrimina\u00e7\u00e3o e n\u00e3o t\u00eam assist\u00eancia .<\/b><\/h2>\n<div id=\"attachment_11889\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Renel-Prospere.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"Refugiados que vem do Haiti n\u00e3o t\u00eam orienta\u00e7\u00e3o sobre o Brasil\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-11889\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-11889\" alt=\"Doutorando Renel Prospere h\u00e1 dez anos est\u00e1 radicado no Brasil\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Renel-Prospere-300x288.jpg\" width=\"300\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Renel-Prospere-300x288.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Renel-Prospere.jpg 624w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11889\" class=\"wp-caption-text\">Doutorando Renel Prospere h\u00e1 dez anos est\u00e1 radicado no Brasil<\/p><\/div>\n<p><b>O <\/b>Haiti \u00e9 aqui.<b> <\/b>Imigrantes que fogem da pobreza e falta de perspectivas, deparam-se com falta de assist\u00eancia social e orienta\u00e7\u00e3o profissional no Brasil. Com status de \u201crefugiados\u201d, conforme resolu\u00e7\u00e3o do governo federal em 2012, os haitianos t\u00eam chegado ao Pa\u00eds \u2013 especialmente atrav\u00e9s do Acre -, muitas vezes portando apenas uma pequena mochila. Eles saem do pa\u00eds devastado por terremoto h\u00e1 quatro anos, com a esperan\u00e7a de oportunidade de trabalho e vida digna. Mas, desconhecendo a realidade brasileira, e dispondo de pouca capacita\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o, tornam-se m\u00e3o-de-obra barata aos exploradores de plant\u00e3o. Al\u00e9m disso, no Estado, em locais como Caxias do Sul, Bento Gon\u00e7alves e Garibaldi, onde t\u00eam se concentrado, s\u00e3o v\u00edtimas de preconceito e discrimina\u00e7\u00e3o. A observa\u00e7\u00e3o \u00e9 do haitiano Renel Prospere, h\u00e1 dez anos radicado no Brasil. Doutourando em educa\u00e7\u00e3o ambiental na FURG, Renel cursou mestrado na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o (FaE\/UFPel). Ele tem participando de reuni\u00f5es que visam a organiza\u00e7\u00e3o de inst\u00e2ncia representativa dos haitianos no Brasil.<\/p>\n<p><b>NECESSIDADES<\/b> \u2013 Renel salienta que o Brasil abriu portas, mas faltam pol\u00edticas p\u00fablicas para o acolhimento e orienta\u00e7\u00e3o dos imigrantes. Ao deixar a terra natal, os haitianos iludem-se com uma \u201cpromessa de Brasil\u201d. Mas ao chegar, verificam que a pen\u00faria e mis\u00e9ria prosseguir\u00e3o. A maioria tem baixa qualifica\u00e7\u00e3o, e a perspectiva poss\u00edvel \u00e9 do canteiro de obra e trabalho bra\u00e7al. \u201cO governo brasileiro, os consulados, deveriam explicar sobre a situa\u00e7\u00e3o que o imigrante ir\u00e1 encontrar por aqui. Al\u00e9m disso, \u00e0queles que chegaram e est\u00e3o a caminho, creio que s\u00e3o necess\u00e1rios cursos de curta dura\u00e7\u00e3o. Trata-se de capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para a r\u00e1pida inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho. Ao inv\u00e9s do acolhimento digno, observamos e denunciamos que h\u00e1 muitos refugiados instalados de forma rudimentar. In\u00fameros imigrantes est\u00e3o alojados em galp\u00f5es, \u00e0 merc\u00ea de enfermidades em decorr\u00eancia da precariedade at\u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 higiene\u201d, diz o pesquisador.<\/p>\n<p><b>UNI\u00c3O <\/b>dos imigrantes ser\u00e1 formalizada atrav\u00e9s de n\u00facleo, ONG ou associa\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 estabelecer di\u00e1logo institucional, pois al\u00e9m da quest\u00e3o profissional, tamb\u00e9m h\u00e1 conflitos decorrentes do preconceito e discrimina\u00e7\u00e3o. Em cidades conservadoras da serra ga\u00facha, os refugiados tamb\u00e9m n\u00e3o conseguem a inser\u00e7\u00e3o na vida comunit\u00e1ria.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><b>Quarta teatral no\u00a0<\/b><b>bar Jo\u00e3o Gilberto<\/b><\/h2>\n<div id=\"attachment_11888\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/gilda.mostra.marcelo.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"Refugiados que vem do Haiti n\u00e3o t\u00eam orienta\u00e7\u00e3o sobre o Brasil\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-11888\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-11888\" alt=\"Atrizes Ana Alice e Joice Foto:Marcelo Soares\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/gilda.mostra.marcelo-240x300.jpg\" width=\"240\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/gilda.mostra.marcelo-240x300.jpg 240w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/gilda.mostra.marcelo.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11888\" class=\"wp-caption-text\">Atrizes Ana Alice e Joice Foto:Marcelo Soares<\/p><\/div>\n<p><b>D<\/b>ia 12 \u00e0s 21h acontecer\u00e1 a primeira edi\u00e7\u00e3o do \u201cQuarta da Cia. no Jo\u00e3o\u201d. Trata-se de iniciativa da Companhia Pelotense de Repert\u00f3rio Teatral, que est\u00e1 completando oito anos. Conforme a autora e atriz Joice Lima, se for positiva a acolhida \u00e0 iniciativa, possibilidade de periodicidade mensal. O JG est\u00e1 situado \u00e0 rua Gon\u00e7alves Chaves 430, e os ingressos antecipados custam R$10,00. Na hora ser\u00e1 R$15,00. Informa\u00e7\u00f5es e reservas: (53) 8156.6043 e 8451.7113.<b><\/b><\/p>\n<p><b>ATRA\u00c7\u00d5ES <\/b>da \u201cQuarta da Cia\u201d: esquete baseado em \u201cA Polaquinha\u201d, autoria de Dalton Trevisan \u2013 o \u201cvampiro de Curitiba\u201d -, com a interpreta\u00e7\u00e3o de Val Fabres e dire\u00e7\u00e3o de Laerte Pedroso e Ana Alice Muller. Na sequ\u00eancia, bom humor com a atriz M\u00e1rcia Monks, que estar\u00e1 animando o p\u00fablico. A seguir, o divertido esquete \u201cGilda\u201d, que re\u00fane as atrizes Ana Alice Muller e Joice Lima. Texto e dire\u00e7\u00e3o s\u00e3o de Joice. Nos bastidores da promo\u00e7\u00e3o, os demais integrantes do grupo: Neusa Maria Kuhn; Paula Brand\u00e3o; Dagma Colomby; Franciele Neves e Celio Soares J\u00fanior.<\/p>\n<p><b>GILDA<\/b> \u00e9 personagem que n\u00e3o \u00e9 mera coincid\u00eancia com o \u00edcone do cinema, consagrado na interpreta\u00e7\u00e3o sensual e glamurosa de Rita Hayworth. Ana Alice menciona: \u201cA Gilda \u00e9 uma dessas mulheres de bem com a vida, que n\u00e3o tem vergonha de contar o que viveu. E olha que ela viveu muito. Flertando com a plateia, ela conta, com humor, seu fraco pelas cantadas de pedreiros, o drama de pegar o noivo com outra \u00e0s v\u00e9speras do casamento, a maneira de superar uma trai\u00e7\u00e3o\u201d. A estreia ocorreu a 7 de dezembro de 2010, e o local foi a Associa\u00e7\u00e3o Beneficente dos Aposentados e Pensionistas de Pelotas (ABAPP). O esquete tamb\u00e9m j\u00e1 foi apresentado na Fenadoce (2013), e na 1\u00aa Mostra de Teatro da Companhia Pelotense de Repert\u00f3rio Teatral, que aconteceu em julho na Bibliotheca P\u00fablica Pelotense (BPP).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ano passado 21 mil haitianos chegaram ao Pa\u00eds. Eles sofrem discrimina\u00e7\u00e3o e n\u00e3o t\u00eam assist\u00eancia . O Haiti \u00e9 aqui. 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