{"id":121998,"date":"2022-09-23T09:32:01","date_gmt":"2022-09-23T12:32:01","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=121998"},"modified":"2022-09-23T09:32:01","modified_gmt":"2022-09-23T12:32:01","slug":"duda-luizelli-a-historia-do-futebol-feminino-no-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/duda-luizelli-a-historia-do-futebol-feminino-no-rs\/","title":{"rendered":"Duda Luizelli \u2013 A hist\u00f3ria do Futebol Feminino no RS"},"content":{"rendered":"<p>Por: Henrique K\u00f6nig<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria de Duda Luizelli se confunde com o futebol feminino no estado. A ex-jogadora que atuava como meia direita se tornou diretora, coordenadora e segue tecendo caminhos vitoriosos na modalidade. No \u00faltimo s\u00e1bado, veio a Pelotas para visitar o projeto do Pelotas\/Lobas, coordenado por Marcos Planela.<\/p>\n<p>Na inf\u00e2ncia, foi vizinha do hist\u00f3rico atacante Valdomiro, \u00eddolo colorado. Ali come\u00e7ava sua caminhada para dentro do Beira-Rio. Veio a paix\u00e3o pelo esporte e pelo Internacional.<\/p>\n<div id=\"attachment_121999\" style=\"width: 396px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-121999\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-121999\" src=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/23-09-foto-1-dudaa.jpg\" alt=\"\" width=\"386\" height=\"252\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/23-09-foto-1-dudaa.jpg 571w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/23-09-foto-1-dudaa-300x196.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/23-09-foto-1-dudaa-150x98.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 386px) 100vw, 386px\" \/><p id=\"caption-attachment-121999\" class=\"wp-caption-text\">Duda visitou projetos de esporte feminino no \u00faltimo s\u00e1bado (17)<br \/>Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>\u201cDesde meus primeiros passos j\u00e1 acompanhava a bola e ia ao est\u00e1dio com meu pai. Jogava em gramado suplementar com eles. Com 14 anos eu joguei meu primeiro Brasileiro de futebol. N\u00e3o existia categoria de base\u201d, conta Duda, que fez um gol marcante, do meio campo, naquele campeonato.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do Inter, ela jogou pela sele\u00e7\u00e3o ga\u00facha, pelo Milan e pelo Verona na It\u00e1lia. Foram oito anos entre a primeira e a \u00faltima convoca\u00e7\u00e3o pela sele\u00e7\u00e3o brasileira. No fim, foi atleta e gestora com as escolinhas e equipes femininas. No final de 2017 voltou ao Beira-Rio e participou do forte retorno das Gurias Coloradas, maiores campe\u00e3s ga\u00fachas no Futebol Feminino.<\/p>\n<p>Antes disso, liderou a equipe Duda, que foi sediada em Alvorada e Canoas. De 25 finais de Estadual Feminino, Duda aponta que em 23 ela teve alguma participa\u00e7\u00e3o &#8211; de atleta \u00e0 gestora.<\/p>\n<p>Como v\u00ea o futebol feminino hoje? \u201cA mudan\u00e7a passa pelo profissionalismo. A obrigatoriedade de clubes de A e B ter futebol feminino. O engajamento dos pr\u00f3prios clubes para serem maiores. Com torcidas e patroc\u00ednios vindo, o crescimento \u00e9 muito grande. Falta pouco para conseguir realmente com que os clubes se sintam \u00e0 vontade, que o futebol feminino n\u00e3o seja visto como um gasto, mas um investimento, zerando a conta dentro dos clubes. Os diretores v\u00e3o ficar mais felizes com o futebol feminino. Vir\u00e3o contratos longos para gerar dinheiro e caixa.\u201d<\/p>\n<p>Duda quer um crescimento mais nivelado da modalidade, n\u00e3o somente com as pot\u00eancias como Inter, Corinthians, Palmeiras e Gr\u00eamio crescendo.<\/p>\n<p>\u201cQueremos inverter um pouco a pir\u00e2mide no futebol brasileiro. Como est\u00e3o os menores clubes? Como \u00e9 o Pelotas, como \u00e9 o Rio Grande? Fortalecer os pequenos tamb\u00e9m, dando oportunidades e capacidade para que esses clubes cres\u00e7am com a modalidade. Esta tamb\u00e9m \u00e9 uma tarefa nossa.\u201d<\/p>\n<p>Luizelli ficou um ano e meio na CBF como gestora. Procurando equidade entre as sele\u00e7\u00f5es masculina e feminina. \u201cA gente conseguiu grandes resultados. Infelizmente n\u00e3o conseguimos a medalha ol\u00edmpica. Mas a gente colhe frutos. A sele\u00e7\u00e3o sub-20 conseguiu o terceiro lugar no Mundial. Em outubro vem a sele\u00e7\u00e3o sub-17 em outro Mundial. Foi um grande trabalho. O presidente Rog\u00e9rio Caboclo apoiou o futebol feminino no Brasil. Mas n\u00e3o podemos parar. \u00c9 uma realidade no RS, no Brasil e no mundo.\u201d<\/p>\n<p>E a visita em Pelotas, em s\u00e1bado especial na companhia das Lobas: \u201cReconhecemos quem realmente trabalha no futebol feminino. O Marcos Planela \u00e9 um deles. A gente reconhece, tem o mesmo objetivo e a bandeira da modalidade. Foi muito bom conversar com as meninas, mostrar que elas precisam ser cada vez mais profissionais, desde as escolinhas. Dentro do poss\u00edvel cuidar de sono, da alimenta\u00e7\u00e3o, da parte f\u00edsica. O futebol \u00e9 t\u00e9cnica, t\u00e1tica, f\u00edsica e mental. Fomos conversar isso com as meninas\u201d, elaborou.<\/p>\n<p>Como recado final, Duda, que segue trabalhando pela modalidade e tenta se inserir na pol\u00edtica brasileira, mandou a mensagem: \u201cEstamos na batalha e queremos transformar a vida das pessoas atrav\u00e9s do esporte, tirando pessoas da criminalidade, dando capacita\u00e7\u00e3o a professores e profissionais, para termos cada vez mais crian\u00e7as, jovens, adultos e idosos dentro do esporte. Queremos gerar mais hist\u00f3rias de vida de sucesso\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Henrique K\u00f6nig A hist\u00f3ria de Duda Luizelli se confunde com o futebol feminino no estado. 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