{"id":129135,"date":"2023-07-08T22:11:06","date_gmt":"2023-07-09T01:11:06","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=129135"},"modified":"2023-07-08T22:11:06","modified_gmt":"2023-07-09T01:11:06","slug":"crimes-de-abigeato-tem-queda-historica-no-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/crimes-de-abigeato-tem-queda-historica-no-estado\/","title":{"rendered":"Crimes de abigeato t\u00eam queda hist\u00f3rica no Estado"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><em>M\u00eas de junho apresentou o menor registro de ocorr\u00eancias em toda a s\u00e9rie de acompanhamento dos indicadores criminais pela SSP. A melhora significativa da redu\u00e7\u00e3o desses \u00edndices est\u00e1 relacionada \u00e0s a\u00e7\u00f5es da Brigada Militar e Pol\u00edcia Civil<\/em><\/h3>\n<p>O Rio Grande do Sul apresentou em junho o menor registro de ocorr\u00eancias em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica de crimes de abigeato, iniciada em 2010. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2022 a queda \u00e9 de 32,5%, passando de 422 casos para 285. Em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro semestre, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 17,9%.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-129136 aligncenter\" src=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/abigeato.jpg\" alt=\"\" width=\"678\" height=\"343\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/abigeato.jpg 800w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/abigeato-300x152.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/abigeato-150x76.jpg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/abigeato-768x389.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/p>\n<p>O abigeato \u00e9 o crime de subtrair animais de propriedade privada em zona rural, ou seja, o roubo de gado bovino, equino ou animais que se encontram em campos, pastos, currais ou retiros. Esse tipo penal \u00e9 relativamente comum na regi\u00e3o Sul do pa\u00eds, tendo em vista que os tr\u00eas estados s\u00e3o relevantes na pecu\u00e1ria nacional e det\u00eam, juntos, mais de 27 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado bovino. S\u00f3 no Rio Grande do Sul, a atividade agropecu\u00e1ria representa 77% da \u00e1rea total, de acordo com o Censo Agropecu\u00e1rio de 2017.<\/p>\n<p>A melhora significativa na redu\u00e7\u00e3o desses \u00edndices est\u00e1 relacionada \u00e0 atua\u00e7\u00e3o da Opera\u00e7\u00e3o Agro-H\u00f3rus da Brigada Militar, que tem o objetivo de combater os delitos rurais para que n\u00e3o evoluam e venham a prejudicar a economia rural, os produtores e as fam\u00edlias no campo. Com atua\u00e7\u00e3o em 137 munic\u00edpios e aten\u00e7\u00e3o na faixa de fronteira, a patrulha rural atua na preven\u00e7\u00e3o e repress\u00e3o de ocorr\u00eancias contra os crimes transfronteiri\u00e7os.<\/p>\n<p>De acordo com o subcomandante-geral da Brigada Militar, coronel Douglas da Rosa Soares, a investiga\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia norteou os diagn\u00f3sticos e \u00e1reas de riscos para coibir a atua\u00e7\u00e3o dos criminosos. \u201cA Opera\u00e7\u00e3o Agro-H\u00f3rus foi desencadeada em 2022 atuando com predomin\u00e2ncia na fronteira da Argentina e do Uruguai. Com estudos, diagn\u00f3sticos e o acesso ao banco de dados da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o\u00a0<em>(Seapi)<\/em>, conseguimos evid\u00eancias para coibir estes tipos de crime. Desde ent\u00e3o, conseguimos prender 263 foragidos e apreender 85 toneladas de carne sem identifica\u00e7\u00e3o de proced\u00eancia. Tamb\u00e9m recuperamos oito m\u00e1quinas agr\u00edcolas e apreendemos 314 armas\u201d, explica Soares.<\/p>\n<p>A Pol\u00edcia Civil do Rio Grande do Sul tamb\u00e9m \u00e9 pioneira entre as for\u00e7as de seguran\u00e7a do pa\u00eds\u00a0combate ao crime de abigeato. Conta com unidades criadas especialmente para atender a demanda: as Delegacias de Pol\u00edcia Especializadas na Repress\u00e3o aos Crimes Rurais e de Abigeato (Decrab) foram inauguradas em 2018 e, atualmente, o Estado conta com quatro Decrab subordinadas ao Departamento de Pol\u00edcia do Interior (DPI). O foco \u00e9 o abigeato, mas tamb\u00e9m s\u00e3o investigados outros crimes, como recepta\u00e7\u00e3o e furto\/roubo de maquin\u00e1rio agr\u00edcola.<\/p>\n<p>As quatro Decrab est\u00e3o nos munic\u00edpios de Bag\u00e9, Alegrete, Camaqu\u00e3 e Cruz Alta. Essas delegacias atuam em todo o Rio Grande do Sul, sem se limitar \u00e0s sedes onde est\u00e3o instaladas, pois, embora os crimes de abigeato sejam mais frequentes no interior, podem se estender para a Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre.<\/p>\n<p>\u201cOs crimes rurais fazem parte de uma cadeia complexa o que exige uma investiga\u00e7\u00e3o qualificada por parte da Pol\u00edcia Civil. Os abigeatos envolvem organiza\u00e7\u00f5es criminosas, por isso, atuamos tamb\u00e9m para descapitalizar essas quadrilhas, combatendo a lavagem de dinheiro\u201d, afirma o\u00a0delegado Anderson Spier, diretor do DPI da Pol\u00edcia Civil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00eas de junho apresentou o menor registro de ocorr\u00eancias em toda a s\u00e9rie de acompanhamento dos indicadores criminais pela SSP. 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