{"id":146499,"date":"2025-08-13T13:51:55","date_gmt":"2025-08-13T16:51:55","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=146499"},"modified":"2025-08-13T13:51:55","modified_gmt":"2025-08-13T16:51:55","slug":"hilda-simoes-lopes-lanca-o-romance-historico-maya-em-pelotas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/hilda-simoes-lopes-lanca-o-romance-historico-maya-em-pelotas\/","title":{"rendered":"Hilda Sim\u00f5es Lopes lan\u00e7a o romance hist\u00f3rico Maya em Pelotas"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><em>Evento ocorre no Instituto Sim\u00f5es Lopes Neto no dia 15 de agosto<\/em><\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-146500 alignright\" src=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/livro-capa-hilda-maya.jpg\" alt=\"\" width=\"308\" height=\"438\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/livro-capa-hilda-maya.jpg 422w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/livro-capa-hilda-maya-211x300.jpg 211w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/livro-capa-hilda-maya-106x150.jpg 106w\" sizes=\"(max-width: 308px) 100vw, 308px\" \/>A escritora\u00a0Hilda Sim\u00f5es Lopes\u00a0lan\u00e7a o romance hist\u00f3rico\u00a0<em>Maya<\/em>\u00a0(Libretos, 312 p\u00e1ginas, ISBN 978-85-5549-069-9, R$80) no dia\u00a015 de agosto\u00a0em\u00a0Pelotas,\u00a0no\u00a0Instituto Sim\u00f5es Lopes Neto. \u00c0s 18h acontece um encontro da autora com a Dr\u00aa em Hist\u00f3ria Lorena Gill. Ap\u00f3s, a sess\u00e3o de aut\u00f3grafos. Com coordena\u00e7\u00e3o editorial e design gr\u00e1fico de\u00a0Cl\u00f4 Barcellos, o t\u00edtulo tem capa de\u00a0Ot\u00e1vio Teixeira.<\/p>\n<p>Instigada pelos historiadores Ad\u00e3o Monquelat, Major \u00c2ngelo Pires Moreira e M\u00e1rio Mattos para escrever sobre as vivandeiras, Hilda debru\u00e7ou-se sobre o tema, pesquisando sobre a atua\u00e7\u00e3o combativa das mulheres \u00e0 \u00e9poca da\u00a0antiga Prov\u00edncia do Rio Grande.<\/p>\n<p>\u201c<em>Maya\u00a0<\/em>\u00e9 fic\u00e7\u00e3o constru\u00edda com mulheres e viv\u00eancias verdadeiras, como as mestras pioneiras Maria Clem\u00eancia Sampaio e Luciana de Abreu, e as abastadas senhoras Maria Josefa da Fontoura e Maria Eul\u00e1lia da Fontoura d\u2019Agan e o Pr\u00edncipe Cust\u00f3dio, figura hist\u00f3rica e espiritual origin\u00e1ria do Benin (\u00c1frica). A trajet\u00f3ria da protagonista \u00e9 marcada por mulheres aut\u00eanticas com as quais atravessar\u00e1 os dif\u00edceis e ver\u00eddicos dramas do s\u00e9culo oitocentista\u201d, observa a autora.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Vivandeiras<\/strong><\/h4>\n<p>Com botas e panelas penduradas nos ombros seguiam os ex\u00e9rcitos nas guerras, eram amantes, rameiras, bruxas e curandeiras, dan\u00e7avam nuas, cozinhavam, espalhavam doen\u00e7as e bebedeiras, eram m\u00e1s e eram boas, lutavam, matavam, perdiam peda\u00e7os ou morriam. Elas eram as \u201cvivandeiras\u201d.<\/p>\n<p>E Maya foi uma escrava fugitiva adolescente por elas amparada. Nutrida pela sabedoria dos povos origin\u00e1rios e os mitos africanos, Maya conversava com a lua e as estrelas, emocionava-se com as cores do poente e a eleg\u00e2ncia das gar\u00e7as. Maya na cidade, Maya entre mulheres revolucion\u00e1rias e ousadas, que soltavam prisioneiros farroupilhas, brigavam pelo div\u00f3rcio, pelo voto feminino, por mulheres nas universidades e pela aboli\u00e7\u00e3o da escravatura.<\/p>\n<p>A\u00a0Doutora em Letras\u00a0Maria Eunice Moreira\u00a0salienta a for\u00e7a das mulheres dessa hist\u00f3ria na orelha do livro:\u00a0&#8220;Em uma narrativa poderosa, Hilda Sim\u00f5es Lopes d\u00e1 vida a personagens singulares, de classes mais abastadas ou escravizadas, cultas ou analfabetas, tra\u00e7ando entre elas o fio do destino e revelando uma faceta pouco explorada do continente sulino. Numa prosa fluida e atraente, Hilda escreve um romance sobre o nosso Rio Grande (mas tamb\u00e9m sobre o Brasil), que vai dos tempos da escravid\u00e3o ao final do s\u00e9culo XIX, da menina baiana Iara \u00e0 poderosa Maya e seus ancestrais de \u00c1frica\u201d.<\/p>\n<p><em>MAYA\u00a0<\/em>\u00e9 o d\u00e9cimo primeiro livro de\u00a0Hilda Sim\u00f5es Lopes, natural de Pelotas, RS. Graduada em Direito e mestre em Sociologia, pesquisadora social e professora universit\u00e1ria, seus livros falam das rela\u00e7\u00f5es humanas, das mudan\u00e7as sociais, das condutas-desvio e da evolu\u00e7\u00e3o do feminino. Ganhou o pr\u00eamio A\u00e7orianos com\u00a0<em>A superf\u00edcie das \u00e1guas\u00a0<\/em>(IEL\/1997), foi finalista do mesmo pr\u00eamio com\u00a0<em>Cuba, casa de boleros\u00a0<\/em>(AGE, 2000) e finalista do pr\u00eamio Minuano com\u00a0<em>A ma\u00e7\u00e3 da rainha m\u00e1\u00a0<\/em>(Literare Books, 2021).<\/p>\n<p>Foto: Marcos Nedeff<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento ocorre no Instituto Sim\u00f5es Lopes Neto no dia 15 de agosto A escritora\u00a0Hilda Sim\u00f5es Lopes\u00a0lan\u00e7a o romance hist\u00f3rico\u00a0Maya\u00a0(Libretos, 312 p\u00e1ginas, ISBN 978-85-5549-069-9, R$80) no dia\u00a015 de agosto\u00a0em\u00a0Pelotas,\u00a0no\u00a0Instituto Sim\u00f5es Lopes<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":146501,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[305,32],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146499"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=146499"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146499\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":146502,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146499\/revisions\/146502"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/146501"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=146499"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=146499"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=146499"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}