{"id":147998,"date":"2025-10-06T15:31:22","date_gmt":"2025-10-06T18:31:22","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=147998"},"modified":"2025-10-06T15:31:22","modified_gmt":"2025-10-06T18:31:22","slug":"prefeitura-trabalha-para-proteger-o-municipio-de-novas-inundacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/prefeitura-trabalha-para-proteger-o-municipio-de-novas-inundacoes\/","title":{"rendered":"Prefeitura trabalha para proteger o Munic\u00edpio de novas inunda\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><em>Equipes est\u00e3o focadas em planejar, buscar recursos e executar a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o<\/em><\/h3>\n<p><span>A Prefeitura segue trabalhando para manter Pelotas segura em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s enchentes. Na \u00faltima semana, o secret\u00e1rio da Defesa Civil (SDC), Milton Martins, recebeu a atualiza\u00e7\u00e3o dos mapeamentos geol\u00f3gico-geot\u00e9cnicos de Pelotas, voltados para a preven\u00e7\u00e3o de desastres, produzido pelo Governo Federal, que apontou o aumento de \u00e1reas de risco alto ou muito alto para inunda\u00e7\u00e3o de 2013 para 2025, e os dados ser\u00e3o utilizados na elabora\u00e7\u00e3o de projetos de preven\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span>Em 2013 foram identificadas oito \u00e1reas de alto risco que envolviam cerca de 24.200 pessoas em 6.050 moradias. Nas pesquisas feitas em mar\u00e7o deste ano, o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil mapeou 11, seis de alto risco, onde estima-se que vivem 31.516 pessoas, em 7.819 moradias; e em outras cinco \u00e1reas s\u00e3o consideradas de risco muito alto, onde vivem cerca de 15.232 pessoas em 3.808 moradias, totalizando um n\u00famero em torno de 46.748 pessoas em 11.687 moradias.<\/span><\/p>\n<p><span>O relat\u00f3rio aponta que muitas dessas moradias foram constru\u00eddas sobre a plan\u00edcie de inunda\u00e7\u00e3o do canal S\u00e3o Gon\u00e7alo e seus afluentes, e isso faz com que sejam atingidas pelos transbordamentos dessas \u00e1guas, principalmente durante o per\u00edodo chuvoso, que costumava ser entre os meses de maio e setembro, mas que nos \u00faltimos anos acontecem em diferentes per\u00edodos do ano.<\/span><\/p>\n<p><span>Desde o in\u00edcio de 2025, um trabalho que envolve v\u00e1rias secretarias municipais, vem sendo desenvolvido, para a preven\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o das \u00e1reas habitadas do munic\u00edpio, como a instala\u00e7\u00e3o de diques tempor\u00e1rios \u2013 j\u00e1 removidos \u2013 no Laranjal, em um momento de risco, em que n\u00e3o havia tempo para uma solu\u00e7\u00e3o definitiva. Paralelamente s\u00e3o feitos estudo de alternativas de remo\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias de \u00e1reas alagadi\u00e7as, limpeza permanente dos canais de micro e macrodrenagem, e elabora\u00e7\u00e3o de projetos para buscar recursos dos governos Federal e Estadual para a execu\u00e7\u00e3o de obras, como a eleva\u00e7\u00e3o do dique da Estrada do Engenho para quatro metros, a constru\u00e7\u00e3o de uma bacia de deten\u00e7\u00e3o (piscin\u00e3o) e de mais uma casa de bombas, a amplia\u00e7\u00e3o de redes pluviais, e a dragagem de canais de macrodrenagem.<\/span><\/p>\n<p><span>Martins explica que a SDC planeja tra\u00e7ar o perfil das pessoas que vivem nas \u00e1reas apontadas pelo estudo como de risco, a partir de dados das secretarias de Assist\u00eancia Social (SAS) e de Sa\u00fade (SMS), como onde est\u00e3o as acamadas, as com defici\u00eancia, as crian\u00e7as ou os idosos. \u201cS\u00e3o informa\u00e7\u00f5es fundamentais para que a gente pense as estrat\u00e9gias para cada situa\u00e7\u00e3o, porque os riscos para pessoas com dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito maiores no caso de uma inunda\u00e7\u00e3o, por exemplo, e isso precisa ser considerado. O resultado dessa pesquisa pode nos levar a oferecer mudan\u00e7a de endere\u00e7o para algumas fam\u00edlias, ou definir os resgates priorit\u00e1rios em caso de novas crises clim\u00e1ticas\u201d, diz o secret\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p><span>O secret\u00e1rio de Urbanismo (Seurb), Ot\u00e1vio Peres, diz que o relat\u00f3rio confirma \u201ctodos os encaminhamentos, estudos e diagn\u00f3sticos que n\u00f3s temos conduzido em Pelotas, e refor\u00e7am o que j\u00e1 havia sido decretado no ano passado, na \u00e9poca das enchentes, e est\u00e1 agora publicado no nosso Decreto 7072, que prev\u00ea a regula\u00e7\u00e3o da urbaniza\u00e7\u00e3o nessas \u00e1reas baixas, suscet\u00edveis aos alagamentos, em Pelotas\u201d, avalia Peres.<\/span><\/p>\n<p><span>O artigo 175 do Plano Diretor de Pelotas j\u00e1 estabelece que n\u00e3o \u00e9 permitida a constru\u00e7\u00e3o de loteamentos ou condom\u00ednios em \u00e1reas baixas, e a partir da enchente de 2024, foi poss\u00edvel concluir que o risco \u00e9 para as \u00e1reas abaixo de quatro metros.<\/span><\/p>\n<p>Foto: Paula Schild Mascarenhas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipes est\u00e3o focadas em planejar, buscar recursos e executar a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o A Prefeitura segue trabalhando para manter Pelotas segura em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s enchentes. 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