{"id":148942,"date":"2025-11-11T08:34:30","date_gmt":"2025-11-11T11:34:30","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=148942"},"modified":"2025-11-11T08:34:30","modified_gmt":"2025-11-11T11:34:30","slug":"rock-and-roll-over-o-kiss-entre-mascaras-riffs-e-amadurecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/rock-and-roll-over-o-kiss-entre-mascaras-riffs-e-amadurecimento\/","title":{"rendered":"Rock and Roll Over o KISS entre m\u00e1scaras, riffs e amadurecimento"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><em>O \u00e1lbum equilibra a assinatura teatral do KISS com uma pegada mais tradicional<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Marcelo Gonzales*<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>@celogonzales @vidadevinil<\/strong><\/p>\n<p>Lan\u00e7ado em 11 de novembro de 1976, <em>Rock and Roll Over<\/em> marcou uma transi\u00e7\u00e3o importante na carreira do KISS. Ap\u00f3s o sucesso comercial de <em>Destroyer<\/em>, o grupo nova-iorquino optou por retornar a uma sonoridade mais direta, pr\u00f3xima das origens do hard rock, deixando de lado parte do requinte de est\u00fadio e dos arranjos grandiosos que haviam dividido o p\u00fablico no \u00e1lbum anterior.<\/p>\n<p>Gravado no Star Theatre, em Nanuet, Nova York, um antigo cinema adaptado como est\u00fadio, o disco teve produ\u00e7\u00e3o de Eddie Kramer, nome j\u00e1 conhecido por seus trabalhos com Jimi Hendrix e Led Zeppelin. Kramer buscou capturar a energia crua da banda ao vivo, utilizando t\u00e9cnicas que privilegiavam o peso das guitarras e o impacto das vozes.<\/p>\n<p>Com dez faixas, o \u00e1lbum equilibra a assinatura teatral do KISS com uma pegada mais tradicional. M\u00fasicas como <em>Calling Dr. Love<\/em> e <em>Mr. Speed<\/em> refor\u00e7am o estilo direto de Paul Stanley e Gene Simmons, enquanto <em>Hard Luck Woman<\/em>, cantada por Peter Criss, demonstra uma faceta mais mel\u00f3dica e radiof\u00f4nica, lembrando o folk de Rod Stewart e se tornou um dos grandes sucessos do grupo.<\/p>\n<p><em>Rock and Roll Over<\/em> tamb\u00e9m consolidou a est\u00e9tica visual do KISS. A arte da capa, criada por Michael Doret, tornou-se uma das mais reconhec\u00edveis da discografia, refor\u00e7ando a identidade visual do quarteto e sua liga\u00e7\u00e3o entre imagem e som.<\/p>\n<p>O \u00e1lbum alcan\u00e7ou a quinta posi\u00e7\u00e3o na Billboard 200 e recebeu certificado de platina nos<\/p>\n<p>Estados Unidos, comprovando a for\u00e7a comercial da banda mesmo em um momento de experimenta\u00e7\u00e3o. Foi o segundo de uma sequ\u00eancia de lan\u00e7amentos anuais que ajudaram a definir o auge do KISS na segunda metade dos anos 1970.<\/p>\n<p>Mais do que um simples retorno \u00e0s ra\u00edzes, <em>Rock and Roll Over<\/em> mostrou uma banda segura de si, consciente de seu p\u00fablico e de sua marca. N\u00e3o \u00e9 o disco mais ousado do KISS, tampouco o mais inovador, mas \u00e9 talvez o que melhor representa a ess\u00eancia do grupo: um equil\u00edbrio entre espet\u00e1culo e simplicidade, com guitarras afiadas e refr\u00f5es moldados para o palco.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>*Marcelo Gonzales \u00e9 autor do blog Que Dia \u00e9 Hoje?, vive entre discos de vinil e muita m\u00eddia f\u00edsica, sempre atento \u00e0 m\u00fasica, \u00e0 cultura e ao jornalismo, compartilhando hist\u00f3rias que conectam gera\u00e7\u00f5es<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00e1lbum equilibra a assinatura teatral do KISS com uma pegada mais tradicional Marcelo Gonzales* @celogonzales @vidadevinil Lan\u00e7ado em 11 de novembro de 1976, Rock and Roll Over marcou uma<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":148943,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[305,32],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148942"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=148942"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148942\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":148944,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148942\/revisions\/148944"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148943"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=148942"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=148942"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=148942"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}