{"id":155656,"date":"2026-08-21T08:49:29","date_gmt":"2026-08-21T11:49:29","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=155656"},"modified":"2026-08-21T08:52:29","modified_gmt":"2026-08-21T11:52:29","slug":"projeto-vai-mapear-detentores-da-tradicao-doceira-de-pelotas-e-antiga-pelotas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/projeto-vai-mapear-detentores-da-tradicao-doceira-de-pelotas-e-antiga-pelotas\/","title":{"rendered":"Projeto vai mapear detentores da tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas e Antiga Pelotas"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><em>Comunidade pode indicar pessoas que mant\u00eam viva a tradi\u00e7\u00e3o por meio da pr\u00e1tica; saiba como<\/em><\/h3>\n<p>O projeto \u201cProdu\u00e7\u00e3o, Reprodu\u00e7\u00e3o Cultural, Valoriza\u00e7\u00e3o, Difus\u00e3o e Fomento da Tradi\u00e7\u00e3o Doceira de Pelotas e Antiga Pelotas\u201d do Museu do Doce, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), est\u00e1 mapeando detentores do saber-fazer doceiro de Pelotas e Antiga Pelotas (RS) \u2014 que re\u00fane os munic\u00edpios de Cap\u00e3o do Le\u00e3o, Arroio do Padre, Turu\u00e7u e Morro Redondo. A comunidade \u00e9 chamada a participar e indicar poss\u00edveis detentores a partir de coment\u00e1rios em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DaX5WlsjmYt\/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">post no Instagram<\/a>\u00a0ou envio de e-mail para\u00a0<a href=\"mailto:tradicaodoceira@gmail.com\">tradicaodoceira@gmail.com<\/a>.<\/p>\n<p>A iniciativa \u00e9 financiada pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan), por meio do edital do Programa Nacional do Patrim\u00f4nio Imaterial (PNPI) de 2023. Sua execu\u00e7\u00e3o prev\u00ea a realiza\u00e7\u00e3o de oficinas do saber doceiro, o mapeamento e o registro de detentoras e detentores, al\u00e9m de a\u00e7\u00f5es educativas e de difus\u00e3o voltadas ao fortalecimento e \u00e0 transmiss\u00e3o desse patrim\u00f4nio cultural.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Quem pode ser indicado<\/strong><\/h4>\n<p>Segundo o Museu do Doce, um detentor do saber-fazer doceiro \u00e9 quem mant\u00e9m viva a tradi\u00e7\u00e3o por meio da pr\u00e1tica. Podem fazer parte do mapeamento:<\/p>\n<ul>\n<li>Doceiras e doceiros que aprenderam o of\u00edcio com a fam\u00edlia;<\/li>\n<li>Agricultores que cultivam frutas e tamb\u00e9m produzem doces;<\/li>\n<li>Agroind\u00fastrias familiares que mant\u00eam modos de fazer tradicionais;<\/li>\n<li>Produtores artesanais que preservam receitas e t\u00e9cnicas transmitidas entre gera\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Pessoas que aprenderam a fazer doces com m\u00e3es, av\u00f3s, tias ou outros familiares e continuam praticando esse conhecimento.<\/li>\n<\/ul>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Por qu\u00ea mapear agora?<\/strong><\/h4>\n<p>A a\u00e7\u00e3o faz parte de um movimento mais amplo de retomada do di\u00e1logo entre o Iphan e a comunidade detentora da tradi\u00e7\u00e3o doceira, reconhecida como Patrim\u00f4nio Cultural do Brasil em 2018. Segundo a superintend\u00eancia do Iphan no Rio Grande do Sul, o Instituto est\u00e1 em processo de constru\u00e7\u00e3o, junto \u00e0 doceiras e doceiros, de um plano de salvaguarda que contemple as diferentes vertentes identificadas no registro: os doces finos, os doces coloniais de frutas e os doces religiosos produzidos pelas casas de religi\u00e3o de matriz africana.<\/p>\n<p>O mapeamento \u00e9 um passo importante desse objetivo pois atualiza informa\u00e7\u00f5es sobre quem hoje produz e transmite esses saberes na regi\u00e3o, essencial tamb\u00e9m para a revalida\u00e7\u00e3o do bem, prevista para 2028.<\/p>\n<p>Como participar &#8211; A participa\u00e7\u00e3o da comunidade \u00e9 fundamental para que o mapeamento represente a diversidade de saberes, pessoas e territ\u00f3rios que comp\u00f5em a tradi\u00e7\u00e3o doceira da regi\u00e3o. A indica\u00e7\u00e3o pode ser feita das seguintes formas:<\/p>\n<ul>\n<li>Comentar na publica\u00e7\u00e3o do Museu do Doce no Instagram (<strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/museudodoce\/?hl=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@museudodoce<\/a><\/strong>), marcando quem deseja indicar;<\/li>\n<li>Enviar um e-mail para a equipe do projeto, indicando um detentor do saber-fazer doceiro:\u00a0<a href=\"mailto:tradicaodoceira@gmail.com\">tradicaodoceira@gmail.com<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Cronograma do projeto<\/strong><\/h4>\n<p>O trabalho est\u00e1 dividido em quatro etapas, come\u00e7ando pelas oficinas do saber-fazer doceiro, que ter\u00e1 dura\u00e7\u00e3o de 12 meses a partir de agosto. Elas ser\u00e3o ministradas pelas pr\u00f3prias doceiras e doceiros para p\u00fablicos como estudantes, comunidades quilombolas e locais ligados a religi\u00f5es de matriz africana, com o objetivo de transmitir o of\u00edcio \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Paralelamente, ocorre o mapeamento dos detentores, de junho a 8 de outubro. Em novembro, os dados coletados ser\u00e3o organizados e publicados no site do Museu do Doce, com previs\u00e3o de divulga\u00e7\u00e3o de imagens, textos e v\u00eddeos sobre a tradi\u00e7\u00e3o em um aplicativo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, como parte da terceira etapa, as informa\u00e7\u00f5es obtidas ser\u00e3o usadas para a concep\u00e7\u00e3o de uma nova exposi\u00e7\u00e3o, com in\u00edcio em novembro de 2026. Por fim, em fevereiro de 2027, come\u00e7am as a\u00e7\u00f5es educativas que v\u00e3o at\u00e9 o fim do projeto, levando atividades a escolas, quilombos e ao Museu do Doce nos cinco munic\u00edpios da Antiga Pelotas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunidade pode indicar pessoas que mant\u00eam viva a tradi\u00e7\u00e3o por meio da pr\u00e1tica; saiba como O projeto \u201cProdu\u00e7\u00e3o, Reprodu\u00e7\u00e3o Cultural, Valoriza\u00e7\u00e3o, Difus\u00e3o e Fomento da Tradi\u00e7\u00e3o Doceira de Pelotas e<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":145770,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[305,32],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/155656"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=155656"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/155656\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":155657,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/155656\/revisions\/155657"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/145770"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=155656"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=155656"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=155656"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}