{"id":18950,"date":"2014-05-16T09:30:35","date_gmt":"2014-05-16T12:30:35","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=18950"},"modified":"2014-05-16T09:30:35","modified_gmt":"2014-05-16T12:30:35","slug":"br-116-obra-de-bioengenharia-para-proteger-taludes-do-arroio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/br-116-obra-de-bioengenharia-para-proteger-taludes-do-arroio\/","title":{"rendered":"BR-116 : Obra de bioengenharia para proteger taludes do Arroio"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">Tecnologia associada ao uso de esp\u00e9cies vegetais, a bioengenharia de solos \u00e9 considerada uma solu\u00e7\u00e3o natural para proteger locais de preserva\u00e7\u00e3o permanente e recuperar \u00e1reas degradadas.<\/h2>\n<p>As diferentes t\u00e9cnicas utilizadas buscam minimizar impactos sobre as margens de arroios e rios, evitando processos erosivos e o consequente aporte de sedimentos para os cursos d\u2019\u00e1gua. Nas obras de duplica\u00e7\u00e3o da BR-116\/RS, de Gua\u00edba a Pelotas, o m\u00e9todo foi aplicado visando resguardar os taludes do Arroio Vi\u00fava Tereza, km 471, no munic\u00edpio de S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul.<\/p>\n<div id=\"attachment_18951\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/obra-de-bioengenharia-duplica\u00e7\u00e3o.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"BR-116 : Obra de bioengenharia para proteger taludes do Arroio \"><img aria-describedby=\"caption-attachment-18951\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-18951\" alt=\"ARROIO Vi\u00fava Tereza, em S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/obra-de-bioengenharia-duplica\u00e7\u00e3o-300x225.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/obra-de-bioengenharia-duplica\u00e7\u00e3o-300x225.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/obra-de-bioengenharia-duplica\u00e7\u00e3o.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18951\" class=\"wp-caption-text\">ARROIO Vi\u00fava Tereza, em S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul<\/p><\/div>\n<p>Para constru\u00e7\u00e3o de uma ponte sobre o arroio foi necess\u00e1rio executar um corta-rio (retifica\u00e7\u00e3o de trecho do rio, com o desvio do seu curso natural). \u201cTendo em vista que os taludes apresentam-se inst\u00e1veis, com risco de desmoronamento, foi realizada uma obra de bioengenharia para proteg\u00ea-los\u201d, explica o engenheiro agr\u00f4nomo da Gest\u00e3o Ambiental (STE S.A.), Lauro Bassi.<\/p>\n<p>A obra de engenharia feita pela construtora SBS (lote 08) \u00e9 conhecida como parede Krainer simples associada a esteira viva de sarandi \u2013 esp\u00e9cie vegetal nativa ribeirinha que apresenta boa taxa de brota\u00e7\u00e3o e um r\u00e1pido crescimento. \u201cO processo de constru\u00e7\u00e3o incluiu a conforma\u00e7\u00e3o do talude, a coloca\u00e7\u00e3o da esteira viva protegida com grade de bambu, a constru\u00e7\u00e3o da parede Krainer simples e o enrocamento final para aumentar a resist\u00eancia contra a a\u00e7\u00e3o da correnteza\u201d, acrescenta Lauro.<\/p>\n<p>O engenheiro agr\u00f4nomo afirma que o monitoramento indica que a obra pode ser utilizada com seguran\u00e7a para os objetivos a que se destina sempre que instalada dentro dos padr\u00f5es t\u00e9cnicos estabelecidos. \u201cA estrutura de bioengenharia propicia a prote\u00e7\u00e3o da margem e a esp\u00e9cie vegetal utilizada apresenta boa brota\u00e7\u00e3o e garantir\u00e1 a cobertura vegetal da margem em curto prazo (aproximadamente quatro meses)\u201d, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tecnologia associada ao uso de esp\u00e9cies vegetais, a bioengenharia de solos \u00e9 considerada uma solu\u00e7\u00e3o natural para proteger locais de preserva\u00e7\u00e3o permanente e recuperar \u00e1reas degradadas. As diferentes t\u00e9cnicas utilizadas<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":18951,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[305,27],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18950"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18950"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18950\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18952,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18950\/revisions\/18952"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18951"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18950"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18950"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18950"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}