{"id":36197,"date":"2015-03-19T09:39:16","date_gmt":"2015-03-19T12:39:16","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=36197"},"modified":"2015-03-23T09:28:58","modified_gmt":"2015-03-23T12:28:58","slug":"casarao-8-no-patrimonio-vindo-para-o-sal-um-museu-para-o-doce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/casarao-8-no-patrimonio-vindo-para-o-sal-um-museu-para-o-doce\/","title":{"rendered":"CASAR\u00c3O 8  : No patrim\u00f4nio vindo para o sal, um museu para o doce"},"content":{"rendered":"<h2>Dos ic\u00f4nicos pr\u00e9dios localizados no entorno da pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio, como o Grande Hotel, o Theatro Sete de Abril ou a Bibliotheca P\u00fablica Pelotense, talvez nenhum dele fale tanto sobre o estilo de vida da aristocracia quanto o Casar\u00e3o 8.<\/h2>\n<p>Constru\u00eddo sob as riquezas obtidas pelo ciclo do sal e do charque, o pr\u00e9dio recentemente restaurado acompanha os casar\u00f5es vizinhos em estilo construtivo e, talvez, at\u00e9 mesmo no projetista, Jos\u00e9 Izella Merotti. No entanto, detalhes em sua composi\u00e7\u00e3o o diferenciam dos demais, tornando-o um dos mais marcantes exemplares no estilo neocl\u00e1ssico brasileiro.<\/p>\n<div id=\"attachment_36200\" style=\"width: 394px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Casar\u00e3o-8-01.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"CASAR\u00c3O 8  : No patrim\u00f4nio vindo para o sal, um museu para o doce\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-36200\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-36200  \" alt=\"PR\u00c9DIO ser\u00e1 sede do Museu do Doce\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Casar\u00e3o-8-01.jpg\" width=\"384\" height=\"255\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Casar\u00e3o-8-01.jpg 800w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Casar\u00e3o-8-01-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-36200\" class=\"wp-caption-text\">PR\u00c9DIO ser\u00e1 sede do Museu do Doce<\/p><\/div>\n<p>Toda essa riqueza arquitet\u00f4nica esteve, at\u00e9 poucos anos atr\u00e1s, fechada para os pelotenses e, pior ainda, em um processo avan\u00e7ado de deteriora\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s ter sido deixado pela fam\u00edlia, o local foi ocupado pelos militares e pelo Munic\u00edpio. Ap\u00f3s a desocupa\u00e7\u00e3o e j\u00e1 nos in\u00edcio do novo s\u00e9culo, o Minist\u00e9rio P\u00fablico pediu uma interven\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a edifica\u00e7\u00e3o estava prestes a ruir. Por ser tombado em n\u00edvel nacional, o Casar\u00e3o 8 teve um restauro emergencial iniciado pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN), que destinaria o pr\u00e9dio como futura sede do Museu do Doce, seja qual fosse o pr\u00f3ximo propriet\u00e1rio do pr\u00e9dio.<\/p>\n<p>Assim, aquela casa que seria um dos grandes s\u00edmbolos da economia do charque e do sal passaria a ser espa\u00e7o para que um dos grandes patrim\u00f4nios culturais da Princesa do Sul: os doces. Com a aquisi\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o pela Universidade Federal de Pelotas em 2009, o IPHAN refor\u00e7ou a destina\u00e7\u00e3o do local para o futuro Museu do Doce. E cumprindo a determina\u00e7\u00e3o do Instituto, desde a reabertura da edifica\u00e7\u00e3o, o local \u00e9 destinado \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com a professora do curso de Museologia da UFPel e chefe da Se\u00e7\u00e3o de Museus, Acervos e Patrim\u00f4nio Imaterial da Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o e Cultura, N\u00f3ris Leal, o Casar\u00e3o 8 \u00e9 a express\u00e3o plena de um novo conceito de patrim\u00f4nio, o qual indissocia a edifica\u00e7\u00e3o que abriga o acervo daquilo que \u00e9 exposto. \u201cO museu surge como fun\u00e7\u00e3o do investimento do restauro do edif\u00edcio: ambos est\u00e3o anelados\u201d, afirma. Dessa forma, ela considera a casa como o primeiro acervo do Museu do Doce e, al\u00e9m disso, o acervo museol\u00f3gico de maior valor dentro da UFPel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dos ic\u00f4nicos pr\u00e9dios localizados no entorno da pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio, como o Grande Hotel, o Theatro Sete de Abril ou a Bibliotheca P\u00fablica Pelotense, talvez nenhum dele fale tanto<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":36201,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[305,32],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36197"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36197"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36197\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36203,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36197\/revisions\/36203"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36201"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36197"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36197"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36197"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}