{"id":43724,"date":"2015-10-09T09:21:23","date_gmt":"2015-10-09T12:21:23","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=43724"},"modified":"2015-10-09T09:21:23","modified_gmt":"2015-10-09T12:21:23","slug":"criar-na-cidade-observar-a-cidade-e-escutar-o-outro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/criar-na-cidade-observar-a-cidade-e-escutar-o-outro\/","title":{"rendered":"CRIAR NA CIDADE : Observar a cidade e escutar o outro"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><b>Dias 13, 14 e 15 das 14h \u00e0s 18h, artista pelotense Priscila Costa Oliveira ministrar\u00e1 oficina de A\u00e7\u00e3o Urbana na Secult<\/b><\/h2>\n<p><b>Por Carlos Cogoy.<\/b><\/p>\n<div id=\"attachment_43725\" style=\"width: 394px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/PRISCILA-oliveira-3.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"CRIAR NA CIDADE : Observar a cidade e escutar o outro \"><img aria-describedby=\"caption-attachment-43725\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-43725  \" alt=\"A\u00e7\u00e3o \u201cFalar de tempo para falar de arte\u201d \" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/PRISCILA-oliveira-3.jpg\" width=\"384\" height=\"258\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/PRISCILA-oliveira-3.jpg 800w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/PRISCILA-oliveira-3-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-43725\" class=\"wp-caption-text\">A\u00e7\u00e3o \u201cFalar de tempo para falar de arte\u201d<\/p><\/div>\n<p><b>I<\/b>ntegrando o projeto \u201cCriar na Cidade\u201d, que est\u00e1 oferecendo oficinas gratuitas \u00e0 comunidade, artista visual Priscila Oliveira reunir\u00e1 grupo para A\u00e7\u00e3o Urbana.\u00a0 A oficina acontecer\u00e1 dias 13, 14 e 15, com encontros de quatro horas no pr\u00e9dio da Secretaria Municipal de Cultura (SECULT) \u2013 Pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio 2. Talentosa, Priscila j\u00e1 realizou oficina similar ano passado. A pr\u00e1tica ocorreu com alunos do curso de design de m\u00f3veis do IFSul \u2013 disciplina Experi\u00eancia Est\u00e9tica. Neste ano tamb\u00e9m ministrou no curso de artes visuais da UFPel. Ela menciona sobre a proposta: \u201cA a\u00e7\u00e3o urbana \u00e9 indivis\u00edvel entre a a\u00e7\u00e3o e sua localiza\u00e7\u00e3o, demandando a presen\u00e7a e intera\u00e7\u00e3o do p\u00fablico para gerar sentido no contexto ao qual est\u00e1 inserida. Ela acontece no momento que est\u00e1 sendo constru\u00edda. Para participar da oficina as pessoas s\u00f3 precisam estar dispostas a observar a cidade e escutar o outro\u201d. O \u201cCriar na Cidade\u201d conta com financiamento, mediante sele\u00e7\u00e3o em edital, do Programa Economia da Cultura e Diversidade da Secult. \u00a0A produ\u00e7\u00e3o executiva \u00e9 de Ana Maia. A divulga\u00e7\u00e3o est\u00e1 a cargo da equipe Maria Bonita Comunica\u00e7\u00e3o. Formul\u00e1rio para inscri\u00e7\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel na Secult. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel efetuar a inscri\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do email:\u00a0<a href=\"mailto:criarnacidade@gmail.com\">criarnacidade@gmail.com<\/a><\/p>\n<p><b><\/b><b>ENCONTRO \u2013 <\/b>Sobre a oficina ela menciona: \u201cO que est\u00e1 pr\u00e9-definido na oficina \u00e9 que no primeiro dia haver\u00e1 uma conversa para nos conhecermos e nos escutarmos. A partir desse encontro vamos elaborar uma a\u00e7\u00e3o urbana coletiva. Partindo das necessidades que o grupo identificar na cidade. A localiza\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ser\u00e1 escolhida pelo grupo participante. \u00c9 uma forma simples de autogest\u00e3o coletiva\u201d.<\/p>\n<p><b>RESIST\u00caNCIA<\/b> \u2013 A artista enfatiza nova rela\u00e7\u00e3o com a conviv\u00eancia na cidade: \u201cAs a\u00e7\u00f5es de conversa\u00e7\u00e3o em espa\u00e7o urbano, prop\u00f5em-se a pensar e agir para cidade mais humana. Espa\u00e7o no qual o cidad\u00e3o comum possa ter voz e agir sobre sua cidade. Ent\u00e3o, sem ficar \u00e0 merc\u00ea de \u00f3rg\u00e3os gestores. A falta de tempo, a inseguran\u00e7a e a arquitetura hostil das cidades foram levando as pessoas cada vez mais para dentro de suas casas, atr\u00e1s de suas portas e grades, transformando a cal\u00e7ada em um espa\u00e7o unicamente de passagem. Como contraponto, desenvolvi as a\u00e7\u00f5es do projeto \u2018Sentar \u00e0 Porta\u2019. Trata-se da volta \u00e0 escuta da fala p\u00fablica, o exerc\u00edcio mais caro da democracia, onde \u00e9 o cidad\u00e3o quem pode falar. Para isso, \u00e9 feito convite pessoalmente, onde bato de porta em porta convidando os moradores dos bairros e centro a sentarem em frente a suas casas, pelo menos por cinco minutos. O projeto busca reviver esse h\u00e1bito e, atrav\u00e9s dele, discutir e ocupar o espa\u00e7o urbano. A ideia \u00e9 que o movimento se espalhe e, cada vez mais, se vejam pessoas ocupando as cal\u00e7adas.<\/p>\n<div id=\"attachment_43728\" style=\"width: 332px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-2.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"CRIAR NA CIDADE : Observar a cidade e escutar o outro \"><img aria-describedby=\"caption-attachment-43728\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-43728  \" alt=\"\u201cA condi\u00e7\u00e3o de espera\/estado de presen\u00e7a\u201d em 2014 \" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-2.jpg\" width=\"322\" height=\"242\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-2.jpg 672w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-2-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 322px) 100vw, 322px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-43728\" class=\"wp-caption-text\">\u201cA condi\u00e7\u00e3o de espera\/estado de presen\u00e7a\u201d em 2014<\/p><\/div>\n<p>O projeto nasceu em 2014, a partir de andan\u00e7as pelas ruas do Porto de Pelotas. Na sua grande maioria, as cal\u00e7adas permaneciam vazias, com exce\u00e7\u00e3o de alguns casais com mais idade. Assim, fui percebendo o quanto as pessoas n\u00e3o conhecem mais seus vizinhos e \u00e9 nisso que se baseia a apropria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o: na rela\u00e7\u00e3o com as pessoas. S\u00f3 assim, o espa\u00e7o p\u00fablico deixar\u00e1 de ser ref\u00e9m de uma pol\u00edtica partid\u00e1ria que se baseia em interesses econ\u00f4micos e n\u00e3o humanos. Apos um ano promovendo a a\u00e7\u00e3o, percebi pontos relacionados ao espa\u00e7o, bairro e vizinhan\u00e7a, como a diminui\u00e7\u00e3o da criminalidade. Em ruas onde h\u00e1 esse costume entre os moradores, durante o momento que est\u00e3o nas ruas, n\u00e3o h\u00e1 men\u00e7\u00e3o de assaltos. O movimento de \u2018sentar \u00e0 porta\u2019 se torna intimidat\u00f3rio para a\u00e7\u00f5es violentas, fazendo com que os criminosos optem por ruas desertas. Como diz Bourriaud (2009): \u2018Parece mais urgente inventar rela\u00e7\u00f5es poss\u00edveis com os vizinhos de hoje do que entoar loas ao amanh\u00e3. E s\u00f3, mas \u00e9 muito\u2019. Entendendo que as cal\u00e7adas podem ser uma arquitetura de discurso p\u00fablico, que faz o povo se empoderar daquele Lugar.<\/p>\n<p>Como exemplo: no bairro porto-alegrense, as pessoas acabaram por se aglutinarem em uma ou duas casas e acabaram por debater o bairro, com suas hist\u00f3rias e mudan\u00e7as. Para algumas foi a primeira oportunidade de comunicar com seus vizinhos. Isso torna o espa\u00e7o mais humano, criando la\u00e7os afetivos entre moradores. E s\u00e3o nessas rela\u00e7\u00f5es que nos tornamos resist\u00eancia a viol\u00eancias institucionais. Assim, a proposi\u00e7\u00e3o continua a buscar estrat\u00e9gias de empoderamento pela fala, analisando e debatendo a conversa como linguagem art\u00edstica\u201d.<\/p>\n<p><b>CONTEMPORANEIDADE \u2013 <\/b>Priscila reflete e cria a partir de conceitos como descontinuidade e desacelera\u00e7\u00e3o. Ela cita Milton Santos: \u201cO mundo de hoje parece existir sob o signo da velocidade. O triunfo da t\u00e9cnica, a onipresen\u00e7a da competitividade, o deslumbramento da instantaneidade, na transmiss\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o de palavras, sons e imagens e a pr\u00f3pria esperan\u00e7a de atingir outros mundos contribuem, juntos, para que a ideia de velocidade esteja presente em todos os esp\u00edritos e a sua utiliza\u00e7\u00e3o constitua uma esp\u00e9cie de tenta\u00e7\u00e3o permanente. Ser atual ou eficaz, dentro dos par\u00e2metros reinantes, conduz a considerar a velocidade como uma necessidade e a pressa como uma virtude. Quanto aos demais n\u00e3o inclu\u00eddos, \u00e9 como se apenas fossem arrastados a participar incompletamente da produ\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_43727\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-4.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"CRIAR NA CIDADE : Observar a cidade e escutar o outro \"><img aria-describedby=\"caption-attachment-43727\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-43727 \" alt=\"Priscila Oliveira ministrar\u00e1 oficina\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-4-300x300.jpg\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-4-300x300.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-4-150x150.jpg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Priscila-Oliveira-4.jpg 520w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-43727\" class=\"wp-caption-text\">Priscila Oliveira ministrar\u00e1 oficina<\/p><\/div>\n<h2><b>Trajet\u00f3ria ligada\u00a0<\/b><b>\u00e0 arte e educa\u00e7\u00e3o<\/b><\/h2>\n<p><b>\u00a0<\/b><b>A<\/b>tualmente residindo em Florian\u00f3polis, Priscila Oliveira prepara-se para o mestrado em Processos Contempor\u00e2neos. Na forma\u00e7\u00e3o, magist\u00e9rio no Assis Brasil, comunica\u00e7\u00e3o visual no IFSul e licenciatura em artes visuais na UFPel. Em 2013, atuou como mediadora art\u00edstica na 9\u00aa Bienal do Mercosul.<\/p>\n<p><b>O<\/b> interesse pela arte foi estimulado em fam\u00edlia. \u201cDesde crian\u00e7a houve interesse pela cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica, fosse desenho, pintura ou inven\u00e7\u00f5es de objetos. Sempre fui estimulada pela minha fam\u00edlia, principalmente pelo meu pai que dedicava horas do dia acompanhando minhas inven\u00e7\u00f5es cotidianas. Ao longo do meu percurso, nunca consegui separar arte e educa\u00e7\u00e3o. Quando no Magist\u00e9rio, entre 2004 e 2009, misturava proposi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas com outras disciplinas. Durante o curso de comunica\u00e7\u00e3o visual no IFSul Pelotas, realizei meu est\u00e1gio em uma escola particular de Pelotas, produzindo materiais did\u00e1ticos. Ao entrar na faculdade de artes visuais, me envolvi em produ\u00e7\u00e3o cultural e media\u00e7\u00e3o art\u00edstica\u201d, diz ela<\/p>\n<p><b>E<\/b>m rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cultural, Priscila sinaliza para desdobramentos contempor\u00e2neos: \u201cComo produtora cultural, organizei exposi\u00e7\u00f5es e eventos em espa\u00e7os prec\u00e1rios e percebi a aproxima\u00e7\u00e3o da comunidade naqueles locais. As pessoas eram atra\u00eddas pela curiosidade, para saberem o que havia sido feito com aquele espa\u00e7o, que antes era uma f\u00e1brica em que sua fam\u00edlia trabalhava ou a casa de um conhecido e, a partir desse encontro, se iniciava uma conversa sobre arte\u201d.<\/p>\n<p><b>E<\/b>ntre 2011 e 2012, a artista participou do grupo \u201cPataf\u00edsica: mediadores do imagin\u00e1rio\u201d. O grupo atuava na galeria A SALA do Centro de Artes da UFPel. Em 2012 e 2013, est\u00e1gio em escola. Ela avalia: \u201cDurante o est\u00e1gio, me deparei com uma s\u00e9rie de quest\u00f5es, tais como: organiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o em sala de aula, a obriga\u00e7\u00e3o de ensinar do professor e do aprender do aluno, a pressa por cumprir todas as tarefas em uma pequena por\u00e7\u00e3o de tempo e toda a press\u00e3o que a institui\u00e7\u00e3o escola p\u00f5e aos seus envolvidos\u201d. Ainda em 2013, integrando o coletivo Vira\u00e7\u00e3o, promoveu \u201cExposi\u00e7\u00f5es afetivas\u201d no DCE da UFPel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dias 13, 14 e 15 das 14h \u00e0s 18h, artista pelotense Priscila Costa Oliveira ministrar\u00e1 oficina de A\u00e7\u00e3o Urbana na Secult Por Carlos Cogoy. 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