{"id":50300,"date":"2016-05-05T09:32:53","date_gmt":"2016-05-05T12:32:53","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=50300"},"modified":"2016-05-05T11:10:56","modified_gmt":"2016-05-05T14:10:56","slug":"safra-do-pinhao-no-estado-tem-mais-um-ano-de-quebra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/safra-do-pinhao-no-estado-tem-mais-um-ano-de-quebra\/","title":{"rendered":"Safra do pinh\u00e3o no Estado tem mais um ano de quebra"},"content":{"rendered":"<h2>Desde o dia 15 de abril, a colheita e a comercializa\u00e7\u00e3o do pinh\u00e3o est\u00e3o liberadas no RS. Mas de acordo com a Emater\/RS-Ascar, 2016, assim como ocorreu nos \u00faltimos tr\u00eas anos, ser\u00e1 de quebra de safra. A estimativa \u00e9 de que sejam comercializadas, em todo o Estado, entre 600 e 800 toneladas da semente.<\/h2>\n<p>A engenheira florestal da Emater\/RS-Ascar, Adelaide Ramos, explica que o decl\u00ednio na produ\u00e7\u00e3o faz parte do ciclo natural da planta. \u201cA cada quatro ou cinco anos, o pinheiro tem uma produ\u00e7\u00e3o vasta, depois a produ\u00e7\u00e3o vai diminuindo, pois a planta fica exaurida, ou seja, alterna boa produtividade com produ\u00e7\u00f5es menos intensas\u201d, destaca.<br \/>\nEmbora a safra atual apresente boa qualidade, apesar da redu\u00e7\u00e3o no tamanho das pinhas e das sementes, em termos de produ\u00e7\u00e3o, se comparada \u00e0 safra anterior, dever\u00e1 apresentar uma redu\u00e7\u00e3o de 30 a 40%.<\/p>\n<div id=\"attachment_50301\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Pinh\u00e3o.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"Safra do pinh\u00e3o no Estado tem mais um ano de quebra \"><img aria-describedby=\"caption-attachment-50301\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-50301\" alt=\"Valor entre R$ 7,00 e R$ 11,00.\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Pinh\u00e3o-300x168.jpg\" width=\"300\" height=\"168\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Pinh\u00e3o-300x168.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Pinh\u00e3o.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-50301\" class=\"wp-caption-text\">Valor entre R$ 7,00 e R$ 11,00.<\/p><\/div>\n<p>\u201cDe acordo com considera\u00e7\u00f5es feitas pelos extrativistas, a queda na produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se deve ao excesso de chuva na florada e invernos at\u00edpicos, fatores que afetaram a fecunda\u00e7\u00e3o e a poliniza\u00e7\u00e3o\u201d, afirma a engenheira florestal<\/p>\n<p>A safra do pinh\u00e3o concentra-se no per\u00edodo que vai de abril a junho, por\u00e9m, devido \u00e0 matura\u00e7\u00e3o das pinhas se dar em \u00e9pocas diferentes, \u00e9 poss\u00edvel colher a semente at\u00e9 meados de setembro &#8211; de variedades mais tardias, como macaco e cajuva.<\/p>\n<p>No RS, muitas fam\u00edlias dependem do pinh\u00e3o como uma das fontes principais ou para complementa\u00e7\u00e3o da renda, al\u00e9m de ser um produto tradicional e alimento caracter\u00edstico da culin\u00e1ria ga\u00facha. Toda a colheita \u00e9 feita manualmente e h\u00e1 poucas a\u00e7\u00f5es de beneficiamento, industrializa\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o do produto, o que restringe em muito o per\u00edodo e o volume de comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA venda \u00e9 praticamente toda informal, feita diretamente pelos extrativistas em diferentes mercados locais: \u00e0 beira da estrada, supermercados, restaurantes e de casa em casa, entre outros. No entanto, a maior parte da produ\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 comercializada atrav\u00e9s de atravessadores\u201d, enfatiza Adelaide. Os pre\u00e7os pagos ao produtor nesta safra variam de R$ 3,50 a R$ 5,00 o quilo. Na Ceasa Serra, o quilo \u00e9 comercializado a R$ 5,50 e, nos supermercados e fruteiras da regi\u00e3o, atinge um valor entre R$ 7,00 e R$ 11,00.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde o dia 15 de abril, a colheita e a comercializa\u00e7\u00e3o do pinh\u00e3o est\u00e3o liberadas no RS. 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