{"id":61152,"date":"2017-04-12T09:13:54","date_gmt":"2017-04-12T12:13:54","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=61152"},"modified":"2017-04-12T09:13:54","modified_gmt":"2017-04-12T12:13:54","slug":"origens-culturais-doce-a-nossa-grande-historia-e-o-tema-deste-ano-da-25a-fenadoce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/origens-culturais-doce-a-nossa-grande-historia-e-o-tema-deste-ano-da-25a-fenadoce\/","title":{"rendered":"ORIGENS CULTURAIS : \u201cDoce: A Nossa Grande Hist\u00f3ria\u201d \u00e9 o tema deste ano da 25\u00aa Fenadoce"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">A tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas, no extremo sul do Rio Grande do Sul, surgiu de uma grande mistura cultural. Desde os africanos e portugueses at\u00e9 os franceses, alem\u00e3es e italianos, s\u00e3o muitas as hist\u00f3rias que constru\u00edram a voca\u00e7\u00e3o da cidade que, neste ano, celebra a\u00a025\u00aa Feira Nacional do Doce, que acontecer\u00e1 de 31 de maio a 18 de junho.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">\u201cDoce: A Nossa Grande Hist\u00f3ria\u201d\u00a0\u00e9 o tema desse ano da feira, que busca resgatar as origens culturais que transformaram a cidade na capital nacional do doce e valorizar a figura das doceiras.<\/p>\n<p>Para que cada detalhe da decora\u00e7\u00e3o da Fenadoce possa transmitir a mensagem de valoriza\u00e7\u00e3o \u00e0s origens e \u00e0s doceiras,\u00a0a organiza\u00e7\u00e3o buscou o trabalho do artista pl\u00e1stico Madu Lopes, que \u00e9 o respons\u00e1vel pelo conceito e projeto cenogr\u00e1fico da feira nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos.\u00a0O artista explica que a inspira\u00e7\u00e3o foi a mescla de culturas que criaram o doce de Pelotas com foco na produ\u00e7\u00e3o artesanal. \u201cBusco algo m\u00e1gico para encantar visualmente a todos e contar n\u00e3o apenas as hist\u00f3rias dos doces, como tamb\u00e9m das m\u00e3os que deram vida a essas joias dos sentidos&#8221;, afirma ele, ressaltando que busca criar uma unidade da tradi\u00e7\u00e3o doceira onde cada povo que participou dessa constru\u00e7\u00e3o possa ter o seu espa\u00e7o.\n<\/p>\n<div id=\"attachment_61154\" style=\"width: 232px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/madu-lopes.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"ORIGENS CULTURAIS : \u201cDoce: A Nossa Grande Hist\u00f3ria\u201d \u00e9 o tema deste ano da 25\u00aa Fenadoce\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-61154\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-61154\" alt=\"Madu Lopes\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/madu-lopes.jpg\" width=\"222\" height=\"244\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/madu-lopes.jpg 222w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/madu-lopes-136x150.jpg 136w\" sizes=\"(max-width: 222px) 100vw, 222px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-61154\" class=\"wp-caption-text\">Madu Lopes<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Madu indica que pretende dar voz \u00e0s mulheres vindas de tantos lugares atrav\u00e9s de elementos que comp\u00f5em a hist\u00f3ria da tradi\u00e7\u00e3o do doce em Pelotas. Ele conta que pretender colocar a cozinha como lugar de fabrica\u00e7\u00e3o e alma dessa narrativa para valorizar o modo como as etnias contribu\u00edram para o mosaico de receitas e ingredientes que se formou ao longo dos anos e hoje \u00e9 marca registrada do munic\u00edpio, que recebe excurs\u00f5es de v\u00e1rias partes do pa\u00eds durante o per\u00edodo da Fenadoce e at\u00e9 de pa\u00edses vizinhos, como Uruguai e Argentina.<\/p>\n<p>Com a produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 em andamento dos espa\u00e7os a serem preenchidos no Centro de Eventos pelo trabalho de Madu Lopes para a feira, ele afirma que o material utilizado para a confec\u00e7\u00e3o \u00e9 diversificado e produzido a partir de objetos garimpados em briques e lojas de demoli\u00e7\u00e3o da cidade. &#8220;Criaremos obras bidimensionais e tridimensionais utilizando t\u00e9cnicas mistas, como a assemblage, por exemplo, em diferentes suportes&#8221;, revela o artista.<\/p>\n<p>Para esse ano, Madu salienta que o p\u00fablico poder\u00e1 esperar uma decora\u00e7\u00e3o com um toque de inova\u00e7\u00e3o devido a ressignifica\u00e7\u00e3o de objetos e de um trabalho diferenciado de cria\u00e7\u00e3o de esculturas e pinturas exclusivas. Segundo ele, a ideia \u00e9 realizar uma grande exposi\u00e7\u00e3o que deve se espalhar pela feira. &#8220;O p\u00fablico pode esperar uma experi\u00eancia est\u00e9tica \u00fanica, uma incurs\u00e3o l\u00fadica no universo do doce&#8221;, adianta ele.<\/p>\n<p>O vestido da corte tamb\u00e9m costuma ser de grande expectativa do p\u00fablico. Formada nesse ano pela rainha Fernanda Rott e as princesas Bibiana Dias e Laura Braga, a corte leva mais uma vez o nome da feira e da cidade de Pelotas para todos os cantos. Elas traduzem a alma calorosa do povo que representam, por isso, cada detalhe das suas roupas deve retratar tamb\u00e9m a hist\u00f3ria do doce em sintonia com o trabalho de Madu Lopes.<\/p>\n<p><b>SOBRE O ARTISTA<\/b><br \/>\nConhecido como Madu, o artista pl\u00e1stico Manoel Eduardo Lopes de Oliveira \u00e9 natural de Dom Pedrito e reside em Pelotas desde 1991. A partir de 2000 come\u00e7ou a vender as suas pe\u00e7as e \u201cviver\u201d da sua arte, passando pela cer\u00e2mica, pintura em tela, esculturas e porongos. O profissional tem o trabalho reconhecido por retratar mulheres em suas pinturas. Atualmente, comercializa pe\u00e7as para todo o pa\u00eds, ministra cursos e participa de feiras e exposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><b>SERVI\u00c7O\u00a0<\/b><br \/>\n<b>O que:<\/b>\u00a0Feira Nacional do Doce &#8211; Fenadoce 2017<br \/>\n<b>Data:<\/b>\u00a031 de maio a 18 de junho<br \/>\n<b>Local:<\/b>\u00a0Centro de Eventos Fenadoce (Av. Presidente Goulart com a BR-116) \u2013 Pelotas (RS)<br \/>\n<b>Hor\u00e1rio:<\/b>\u00a0seg a qui, das 14h \u00e0s 22h; sex, das 14h \u00e0s 23h; s\u00e1b, dom e feriado, das 10h \u00e0s 23h.<br \/>\n<b>Ingressos:<\/b>\u00a0seg a sex: R$ 8,00 por pessoa; Sab, dom e feriados: R$ 10 por pessoa. Estacionamento: R$ 15,00 Crian\u00e7as at\u00e9 6 anos n\u00e3o pagam ingresso e estudantes identificados com a carteira estudantil e idosos acima de 60 anos pagam 50% do valor.<br \/>\n<b>Site:<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/revlink.reversocomunicacao.com.br\/cl\/PBQYq\/e3\/a945\/BbOkTo9P3_B\/BLrF\/DeYNQQSg9tB\/1\/\" target=\"_blank\">www.fenadoce.com.br<\/a>\u00a0\u00a0 | Facebook:\u00a0<a href=\"http:\/\/revlink.reversocomunicacao.com.br\/cl\/PBQYq\/e3\/a945\/BbOkTo9P3_B\/BLrF\/7tkP0DTj5R\/1\/\" target=\"_blank\">www.facebook.com\/fenadoce<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas, no extremo sul do Rio Grande do Sul, surgiu de uma grande mistura cultural. 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