{"id":72333,"date":"2018-02-20T15:13:00","date_gmt":"2018-02-20T18:13:00","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=72333"},"modified":"2018-02-20T15:13:00","modified_gmt":"2018-02-20T18:13:00","slug":"quando-o-medo-se-torna-patologico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/quando-o-medo-se-torna-patologico\/","title":{"rendered":"Quando o medo se torna patol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><em>O medo \u00e9 um sentimento que ajudou nossos ancestrais a sobreviverem em um mundo hostil e cheio de perigos<\/em><\/h2>\n<p>Entretanto, o mesmo medo que permitiu a sobreviv\u00eancia e a evolu\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a humana, hoje tem se mostrado um verdadeiro transtorno na vida de muitas pessoas. Estamos falando das fobias espec\u00edficas, que acontecem quando uma pessoa desenvolve o medo patol\u00f3gico de animais, objetos ou situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo dados do National Institute of Mental Health (NIMH), entidade norte-americana voltada para a sa\u00fade mental, as fobias espec\u00edficas atingem cerca de 12,5% da popula\u00e7\u00e3o em geral. No recorte entre g\u00eaneros, por\u00e9m, a diferen\u00e7a \u00e9 grande: 12,2% das mulheres e 5,8% dos homens.<\/p>\n<p>Mas, afinal, quando aquele medo intenso de barata, ou de pegar um elevador ou de viajar de avi\u00e3o, por exemplo, se torna patol\u00f3gico?<\/p>\n<p>Segundo o psiquiatra Dr. Caio Magno, da Cl\u00ednica Estar (estarsaudemental.com.br), o medo \u00e9 considerado patol\u00f3gico quando \u00e9 exagerado. \u201cO medo se torna uma fobia quando \u00e9 desproporcional em rela\u00e7\u00e3o ao est\u00edmulo e interfere na vida profissional, social e acad\u00eamica, impedindo a pessoa de realizar suas atividades&#8221;.<\/p>\n<p>Para ser uma fobia espec\u00edfica, o medo precisa estar relacionado a animais, objetos ou situa\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, h\u00e1 outros crit\u00e9rios para o diagn\u00f3stico, como sofrimento clinicamente significativo e sintomas que persistem por mais de seis meses.<\/p>\n<p><b>O ranking do medo &#8211;<\/b> A fobia espec\u00edfica mais comum \u00e9 o do tipo animal, seguida do tipo ambiental (medo de tempestades, altura, etc.). Em seguida temos as fobias do tipo situacional (medo de lugares fechados, elevadores, avi\u00f5es, etc.) e, por \u00faltimo, as fobias do tipo sangue-inje\u00e7\u00e3o-ferimentos.<\/p>\n<p><b>Fobias e seus nomes curiosos &#8211;<\/b> Para cada fobia espec\u00edfica h\u00e1 um nome. Veja abaixo algumas:<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Medo de c\u00e3es: cinofobia<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Medo de aranhas: aracnofobia<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Medo de baratas e outros insetos: entomofobia<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Medo de viajar de avi\u00e3o: aerofobia<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Medo de lugares fechados: claustrofobia<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><i>\u00c9 poss\u00edvel tratar?<\/i><\/b><\/p>\n<p>Atualmente, o tratamento mais eficaz para as fobias espec\u00edficas \u00e9 a Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) e t\u00e9cnicas de exposi\u00e7\u00e3o. &#8220;Essas abordagens ajudam o paciente a modificar seus pensamentos disfuncionais ou distorcidos a respeito do medo, contribuindo para mudar o seu comportamento perante os animais, objetos ou situa\u00e7\u00f5es que geram a fobia, conclui Dr. Caio Magno.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O medo \u00e9 um sentimento que ajudou nossos ancestrais a sobreviverem em um mundo hostil e cheio de perigos Entretanto, o mesmo medo que permitiu a sobreviv\u00eancia e a evolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":72334,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[150],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72333"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72333"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72333\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72335,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72333\/revisions\/72335"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/72334"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72333"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72333"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72333"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}