{"id":75428,"date":"2018-05-11T18:51:50","date_gmt":"2018-05-11T21:51:50","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=75428"},"modified":"2018-05-11T18:51:50","modified_gmt":"2018-05-11T21:51:50","slug":"danca-destecendo-penelope-bloom-na-ufpel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/danca-destecendo-penelope-bloom-na-ufpel\/","title":{"rendered":"DAN\u00c7A: \u201cDestecendo Pen\u00e9lope Bloom\u201d na UFPel"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><em><b>S\u00e1bado e domingo \u00e0s 19h, performance ser\u00e1 apresentada na sala Carmen Biasoli<\/b><\/em><\/h2>\n<p style=\"text-align: right;\"><b>Por Carlos Cogoy<\/b><\/p>\n<p>Tecendo e desfazendo, a mitol\u00f3gica Pen\u00e9lope recorreu \u00e0 estrat\u00e9gia at\u00e9 o reencontro com Ulisses. No come\u00e7o do s\u00e9culo 20, ela ressurge, como Molly Bloom, na obra liter\u00e1ria \u201cUlisses\u201d do irland\u00eas James Joyce (1882\/1941). Eis a base para a performance \u201cDestecendo Pen\u00e9lope Bloom\u201d, que ser\u00e1 apresentada s\u00e1bado e domingo \u00e0s 19h. Na sala Carmen Biasoli \u2013 rua Almirante Tamandar\u00e9 301 -, a professora Maria Falkembach (UFPel), estar\u00e1 interpretando uma transcria\u00e7\u00e3o c\u00eanica do \u00faltimo cap\u00edtulo do livro de Joyce. A dire\u00e7\u00e3o \u00e9 de J\u00falia Rodrigues, com m\u00fasica original de Leandro Maia. O espet\u00e1culo \u00e9 recomendado para p\u00fablico acima de doze anos. ENTRADA FRANCA.<\/p>\n<p><b>CONEX\u00c3O<\/b> \u2013 A conex\u00e3o entre o mito, a personagem liter\u00e1ria, e os questionamentos contempor\u00e2neos, s\u00e3o avaliados pela professora e int\u00e9rprete Maria Falkembach: <b>\u201c<\/b>Na tessitura que fazemos e desfazemos no espet\u00e1culo, misturam-se camadas da personagem com a pr\u00f3pria pele, re-costurando, hoje, quest\u00f5es do in\u00edcio do s\u00e9culo passado.<b> <\/b>Temas como a maternidade, os rituais de passagem, a solid\u00e3o, o amor e o desejo se entrela\u00e7am e v\u00eam \u00e0 tona. Dos murm\u00farios de uma mulher insone que passeia entre o adormecimento e a vig\u00edlia brotam confiss\u00f5es, questionamentos, mem\u00f3rias e descobertas. De um p\u00eder, acenamos para o mar de \u00cdtaca, Dublin, Porto Alegre ou Pelotas. Assim como a personagem de Joyce reafirmamos nosso \u2018sim\u2019 \u00e0 vida, celebrando a arte que \u00e9 corpo, presen\u00e7a e encontro. Nos movimentos da atriz-bailarina e no olhar da diretora-jogadora damos sequ\u00eancia \u00e0 pesquisa de dramaturgia do corpo e convidamos o p\u00fablico a compartilhar desta tessitura\u201d.<\/p>\n<p><b>PESQUISA<\/b> \u2013 Em 2005 no mestrado realizado na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Maria Falkembach pesquisou sobre a \u201ctranscria\u00e7\u00e3o de obra liter\u00e1ria para o corpo\u201d. Tr\u00eas anos depois, ela foi convidada por Gerardo Bejarano, diretor teatral da Costa Rica, para montagem baseada no \u00faltimo cap\u00edtulo do livro. Sete anos depois, muitas aprendizagens e experi\u00eancias vivenciadas, com a aprova\u00e7\u00e3o em edital do Programa Municipal de Incentivo \u00e0 Cultura (PROCULTURA), houve a retomada do projeto. \u201cNessa montagem, fizemos uma desconstru\u00e7\u00e3o de Molly Bloom, e da minha cria\u00e7\u00e3o corporal de 2008. A ideia de destecer une o conceito de desconstruir, com a imagem da Pen\u00e9lope que destece\u201d. Ap\u00f3s a pausa para o doutorado, Maria Falkembach diz que est\u00e1 reestreando a montagem. Ela conclui: \u201cUm trabalho s\u00f3 come\u00e7a a ficar maduro, ap\u00f3s umas vinte apresenta\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e1bado e domingo \u00e0s 19h, performance ser\u00e1 apresentada na sala Carmen Biasoli Por Carlos Cogoy Tecendo e desfazendo, a mitol\u00f3gica Pen\u00e9lope recorreu \u00e0 estrat\u00e9gia at\u00e9 o reencontro com Ulisses. 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