{"id":82644,"date":"2018-12-07T16:55:27","date_gmt":"2018-12-07T18:55:27","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=82644"},"modified":"2018-12-07T16:55:27","modified_gmt":"2018-12-07T18:55:27","slug":"pessoas-com-muitas-pintas-no-corpo-devem-fazer-acompanhamento-frequente-com-dermatologista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/pessoas-com-muitas-pintas-no-corpo-devem-fazer-acompanhamento-frequente-com-dermatologista\/","title":{"rendered":"Pessoas com muitas pintas no corpo devem fazer acompanhamento frequente com dermatologista"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><em>Quem tem pele, cabelos e olhos muito claros tem maiores riscos, al\u00e9m daqueles com hist\u00f3rico de muita exposi\u00e7\u00e3o solar no passado<\/em><\/h2>\n<p>Quantas pintas e sinais voc\u00ea tem no corpo? S\u00e3o poucos ou muitos? Neste &#8216;Dezembro laranja&#8217;, os dermatologistas alertam: \u00e9 preciso ficar de olho nas pintas na pele e tomar diversos cuidados para evitar que elas aumentem, em tamanho e em quantidade.\u00a0 Geralmente, pintas, sardas ou sinais surgem por dois fatores: heran\u00e7a gen\u00e9tica e excesso de sol. Uma grande exposi\u00e7\u00e3o aos raios solares pode causar c\u00e2ncer de pele. Por isso, al\u00e9m de caprichar no uso di\u00e1rio de filtro solar, quem tem muitos sinais na pele precisa visitar o dermatologista de uma a duas vezes ao ano para fazer um rastreamento e avaliar o tamanho e aspecto dessas pintas. O exame \u00e9 simples e feito em consult\u00f3rio. Em casos suspeitos, o m\u00e9dico pode colher material para bi\u00f3psia.<\/p>\n<p>Algumas pessoas s\u00e3o mais suscet\u00edveis ao c\u00e2ncer de pele que outras. Um dos fatores que fazem diferen\u00e7a \u00e9 a cor da pele. \u201cIndiv\u00edduos com predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica e aqueles com a pele, os cabelos e os olhos muito claros acabam desenvolvendo mais pintas no decorrer da vida por tolerarem pouco a exposi\u00e7\u00e3o solar. Com isso, t\u00eam mais risco de adquirir c\u00e2ncer de pele\u201d, aponta o dermatologista Jos\u00e9 Jabur da Cunha, especialista em c\u00e2ncer de pele, da Alta Casa Cl\u00ednica M\u00e9dica, na capital paulista.<\/p>\n<p>Existem alguns tipos de tumor. O mais agressivo \u00e9 o melanoma. Nas fases iniciais, ele se parece com uma pinta comum mas, ao se desenvolver, assume caracter\u00edsticas bem diferentes. \u201c\u00c9 por causa do melanoma que n\u00f3s, dermatologistas, estamos sempre de olho nas pintas, porque o tumor, quando em fase inicial, se parece muito com uma, mas na verdade n\u00e3o \u00e9. Para diferenciar uma coisa da outra \u00e9 que deve ser feito o exame dermatol\u00f3gico com regularidade e, quando necess\u00e1ria, uma bi\u00f3psia\u201d, ressalta o especialista.<\/p>\n<p>No entanto, o c\u00e2ncer de pele n\u00e3o \u00e9 exclusividade das peles mais claras; negros tamb\u00e9m correm risco. Em indiv\u00edduos de pele negra, o melanoma aparece mais frequentemente nos p\u00e9s e nas m\u00e3os. \u201cMuitas vezes \u00e9 uma mancha escura ou preta que aparece nos dedos ou na regi\u00e3o palmar e plantar e vai crescendo com o passar dos anos\u201d, informa o dr. Jabur.<\/p>\n<p>Apesar de bastante agressivo, o melanoma n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o frequente e responde por somente 3% dos casos de c\u00e2ncer de pele. Por\u00e9m, como diferenciar uma pinta comum de um melanoma? A resposta n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples e s\u00f3 pode ser dada com precis\u00e3o por um dermatologista. Mas alguns aspectos podem chamar aten\u00e7\u00e3o: mudan\u00e7a de tamanho, mudan\u00e7a de cor ou de formato das pintas, al\u00e9m de algum outro sintoma associado, s\u00e3o suficientes para acender o alerta.\u00a0 H\u00e1 ainda os &#8216;crit\u00e9rios ABCD&#8217;, que podem ajudar na identifica\u00e7\u00e3o de alguma pinta suspeita:<\/p>\n<p>A \u2013 Assimetria: quanto a pinta \u00e9 assim\u00e9trica em dois ou mais eixos;<\/p>\n<p>B \u2013 Bordas: quando as bordas s\u00e3o irregulares, ou seja, a pinta n\u00e3o \u00e9 redondinha e regular;<\/p>\n<p>C \u2013 Cores: quando a pinta tem mais cores al\u00e9m dos tons de marrom;<\/p>\n<p>D \u2013 Di\u00e2metro: de um modo geral, quando t\u00eam seis ou mais mil\u00edmetros de di\u00e2metro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos melanomas existem os carcinomas, que s\u00e3o bem mais frequentes, principalmente em pessoas com mais de 60 anos e pele clara. \u201cSe pararmos para pensar, quase sempre conhecemos algu\u00e9m mais idoso que j\u00e1 teve um carcinoma basocelular ou espinocelular e precisou operar\u201d, explica o dermatologista, que complementa: \u201cO carcinoma basocelular \u00e9 o c\u00e2ncer mais frequente no mundo.<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia, estima-se que surgem aproximadamente 4,3 milh\u00f5es de casos novos de carcinoma basocelular nos EUA, todos os anos\u201d.<\/p>\n<p>Geralmente, os carcinomas aparecem como um sinal que perdura por meses ou anos, e cresce lentamente, sangrando com facilidade. \u201cFrente a sinais como esses \u00e9 importante procurar um dermatologista, o mais r\u00e1pido poss\u00edvel\u201d, aconselha o especialista da cl\u00ednica Altacasa.<\/p>\n<p>Prever situa\u00e7\u00f5es que podem gerar exposi\u00e7\u00e3o solar excessiva \u00e9 o melhor rem\u00e9dio. O m\u00e9dico d\u00e1 algumas dicas de comportamentos e h\u00e1bitos que podem prevenir o c\u00e2ncer de pele:<\/p>\n<p>&#8211; Em dias ensolarados, busque caminhar pela sombra;<\/p>\n<p>&#8211; Quando em atividades ao ar livre, use roupas que protejam a pele como camisetas e chap\u00e9us. Se as pe\u00e7as tiverem fator de prote\u00e7\u00e3o solar, melhor ainda;<\/p>\n<p>&#8211; Evite atividades ao ar livre nos hor\u00e1rios de pico do sol entre 10 e 16 horas;<\/p>\n<p>&#8211; Use sempre filtro solar antes de se expor ao sol.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem tem pele, cabelos e olhos muito claros tem maiores riscos, al\u00e9m daqueles com hist\u00f3rico de muita exposi\u00e7\u00e3o solar no passado Quantas pintas e sinais voc\u00ea tem no corpo? S\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":82645,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[150],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82644"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82644"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82644\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":82646,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82644\/revisions\/82646"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82645"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82644"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82644"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82644"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}