{"id":85631,"date":"2019-03-18T08:41:13","date_gmt":"2019-03-18T11:41:13","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=85631"},"modified":"2019-03-18T08:41:13","modified_gmt":"2019-03-18T11:41:13","slug":"arroz-colheita-avanca-e-chega-a-22-da-area-plantada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/arroz-colheita-avanca-e-chega-a-22-da-area-plantada\/","title":{"rendered":"ARROZ  : Colheita avan\u00e7a e chega a 22% da \u00e1rea plantada"},"content":{"rendered":"<p>O Informativo Conjuntural da Emater-RS\/Ascar reproduz dados da segunda estimativa da safra de ver\u00e3o ga\u00facha 2018\/2019, divulgada na Expodireto, na ter\u00e7a-feira. Abaixo tamb\u00e9m h\u00e1 levantamentos sobre outras culturas, pastagens e produ\u00e7\u00e3o de peixes.<\/p>\n<p><b>\u00a0ARROZ<\/b><\/p>\n<p>A cultura de arroz chegou a 22% da lavoura colhida e 42% est\u00e1 madura. Outros 25% da \u00e1rea est\u00e3o em enchimento de gr\u00e3os e 4% em flora\u00e7\u00e3o. A \u00e1rea total \u00e9 estimada em pouco mais de 1 milh\u00e3o de hectares. Em m\u00e9dia as lavouras apresentam produtividade de 7.606 kg\/ha \u2013 queda de 3,22% na compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e9dia da safra anterior.<\/p>\n<p>\u201cEm virtude do baixo percentual de \u00e1rea colhida at\u00e9 o momento e de eventuais ocorr\u00eancias agrometeorol\u00f3gicas at\u00e9 o final da colheita, a Emater-RS\/Ascar poder\u00e1 fazer retifica\u00e7\u00e3o dos n\u00fameros a qualquer momento, tanto na \u00e1rea como na produ\u00e7\u00e3o e produtividade\u201d, afirma Iber\u00ea de Mesquita Orsi, presidente da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>SOJA<\/b><\/p>\n<p>De acordo com o documento, a soja no RS segue amadurecendo, com 15% da safra j\u00e1 colhida, 25% por colher e 54% em enchimento de gr\u00e3os. A \u00e1rea \u00e9 estimada em 5,8 milh\u00f5es de hectares \u2013 a maior j\u00e1 plantada em solo ga\u00facho.<\/p>\n<p><b>MILHO<\/b><\/p>\n<p>O milho tamb\u00e9m segue em colheita, com 55% da \u00e1rea colhida. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fase, 19% est\u00e3o maduros e 20% em enchimento de gr\u00e3os. O milho safrinha tem 2% em desenvolvimento vegetativo e 4% em flora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-51795\" alt=\"Feij\u00e3o\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/feijao-150x108.jpg\" width=\"150\" height=\"108\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/feijao-150x108.jpg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/feijao-300x216.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/feijao.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>FEIJ\u00c3O 1\u00aa SAFRA<\/b><\/p>\n<p>Chega a 75% a \u00e1rea de feij\u00e3o primeira safra colhida no RS. As demais lavouras est\u00e3o maduras e em enchimento de gr\u00e3os. A safra tem proje\u00e7\u00e3o de expans\u00e3o de 9,21% da produtividade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 anterior, chegando a 1.766 kg\/ha, o que representaria cerca de 70 mil toneladas.<\/p>\n<p>Para o levantamento da segunda estimativa da safra de ver\u00e3o 2018\/2019, os dados foram coletados na segunda quinzena de fevereiro (16 a 28) em escrit\u00f3rios municipais, escrit\u00f3rios regionais e escrit\u00f3rio central.<\/p>\n<p>O levantamento contemplou uma amostra que cobriu 94,4% da \u00e1rea cultivada com arroz; 82,9% com feij\u00e3o primeira safra; 94% feij\u00e3o segunda safra; 90,5% milho gr\u00e3o; 90,8% para milho destinado \u00e0 silagem e 93,3% para \u00e1rea com soja.<\/p>\n<p><b>OLER\u00cdCOLAS E FRUT\u00cdCOLAS<\/b><\/p>\n<p><strong>Pepino:<\/strong>\u00a0a produ\u00e7\u00e3o tanto de pepino salada como de pepino conserva na regi\u00e3o do Vale do Ca\u00ed foi boa neste \u00faltimo per\u00edodo, mesmo com a temperatura elevada. Segundo relatos, produtores mostraram-se satisfeitos com a melhora do pre\u00e7o na \u00faltima quinzena, considerando que em fevereiro parte da produ\u00e7\u00e3o encaminhada para a Ceasa n\u00e3o foi comercializada.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-73404\" alt=\"batata-doce\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/batata-doce-150x112.jpg\" width=\"150\" height=\"112\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/batata-doce-150x112.jpg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/batata-doce-300x225.jpg 300w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/batata-doce.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><strong>Batata-doce:\u00a0<\/strong>foi implantada a safra 2018\/2019 na regi\u00e3o Centro-Sul. Est\u00e1 em in\u00edcio de colheita o plantio de per\u00edodo normal (plantada de setembro a novembro). O mercado \u00e9 considerado favor\u00e1vel pelos agricultores. Na regi\u00e3o do Vale do Ca\u00ed, a cultura apresenta distintas fases de desenvolvimento, inclusive colheita. Os tub\u00e9rculos s\u00e3o comercializados a R$ 2,00\/kg ou a R$ 40,00\/cx. de 20 quilos. Na regi\u00e3o Sul, a lavoura tamb\u00e9m est\u00e1 em est\u00e1gios diferentes de desenvolvimento, com colheita em andamento. Na comercializa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 muita oferta em Pelotas. O produto lavado \u00e9 vendido de R$ 0,70 a R$ 1,10\/kg.<\/p>\n<p><strong>Uva:\u00a0<\/strong>na maior regi\u00e3o produtora do Brasil, a Serra, a colheita da safra vai se encaminhando para o final de forma mais r\u00e1pida do que o esperado. A colheita est\u00e1 marcada por condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas, tanto no in\u00edcio como agora, na\u00a0finaliza\u00e7\u00e3o, com pouca insola\u00e7\u00e3o e alta umidade. Esse panorama interferiu principalmente na gradua\u00e7\u00e3o das variedades superprecoces e tardias. A isabella, principal cultivar produzida na Serra, al\u00e9m do pouco teor de a\u00e7\u00facar, est\u00e1 com escassa colora\u00e7\u00e3o. As variedades de ciclo intermedi\u00e1rio, como ni\u00e1gara e bord\u00f4, foram beneficiadas pelo clima na fase de matura\u00e7\u00e3o, garantindo \u00f3tima sanidade das frutas.<\/p>\n<p><b>Pastagens e cria\u00e7\u00f5es<\/b><\/p>\n<p>O clima est\u00e1 excelente para a boa produ\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies forrageiras. De maneira geral, a ocorr\u00eancia de chuva com bons volumes, as temperaturas e a radia\u00e7\u00e3o solar adequadas favorecem tanto o campo nativo como as pastagens cultivadas, proporcionando aos rebanhos uma grande oferta de mat\u00e9ria verde de qualidade.<\/p>\n<p>Nas pastagens perenes o predom\u00ednio \u00e9 do t\u00edfton, aparecendo aruana, jiggs e braqui\u00e1ria, tendo tamb\u00e9m a presen\u00e7a do capim-elefante an\u00e3o, variedade BRS kurumi, para o gado de leiteiro. Nas pastagens anuais de ver\u00e3o, a predomin\u00e2ncia \u00e9 de milheto, sorgo forrageiro e capim-sud\u00e3o.<\/p>\n<p>Quanto ao campo nativo, favorecido pelas chuvas e temperaturas altas, mant\u00e9m boa disponibilidade de pastagem. No entanto, as pastagens naturais e cultivadas come\u00e7am a se apresentar fibrosas e com baixa qualidade, em raz\u00e3o do fim dos ciclos dessas forrageiras.<\/p>\n<p>Nesta \u00e9poca do ano, os pecuaristas s\u00e3o orientados para diferir algumas parcelas de campo, preparando-se para o outono.<\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-63777\" alt=\"Vacas01\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/vacas01-130x150.jpg\" width=\"130\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/vacas01-130x150.jpg 130w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/vacas01-261x300.jpg 261w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/vacas01.jpg 522w\" sizes=\"(max-width: 130px) 100vw, 130px\" \/>Bovinocultura de leite:<\/b>\u00a0o per\u00edodo atual caracteriza-se pelo vazio forrageiro outonal, marcado pelo fim do ciclo das pastagens de ver\u00e3o at\u00e9 a entrada nas pastagens de inverno. Muitos produtores aproveitam o papu\u00e3 espont\u00e2neo (Brachiaria plantaginea) e, assim, mant\u00eam uma boa oferta de forragem aos animais. Realiza-se o pastejo das culturas anuais de ver\u00e3o \u2013 principalmente o capim-sud\u00e3o, o milheto e o sorgo \u2013 e tamb\u00e9m das culturas perenes. Esse cen\u00e1rio tem for\u00e7ado os bovinocultores a aumentar o fornecimento de silagem de pasto, azev\u00e9m e trevos no cocho, o que tamb\u00e9m requer aumento da suplementa\u00e7\u00e3o proteica no concentrado, sob risco de diminui\u00e7\u00e3o da produtividade.<\/p>\n<p>Em alguns munic\u00edpios \u00e9 realizada a colheita de milho e sorgo para silagem, apresentando boa produ\u00e7\u00e3o. O milho est\u00e1 em excelente condi\u00e7\u00e3o, tanto de massa verde como da rela\u00e7\u00e3o espiga\/planta, o que dever\u00e1 resultar numa silagem de excelente qualidade nutricional.<\/p>\n<p><strong>Piscicultura:<\/strong>\u00a0produtores est\u00e3o se preparando para as feiras da Semana Santa, em meados de abril. Alguns piscicultores j\u00e1 realizaram a despesca. A tend\u00eancia do mercado \u00e9 uma procura maior por peixes pequenos (entre um e tr\u00eas quilos).<\/p>\n<p>Pesca artesanal:\u00a0na Lagoa dos Patos, h\u00e1 relatos de que come\u00e7ou a salgar a \u00e1gua e est\u00e1 aparecendo mais camar\u00e3o. Quanto a outras esp\u00e9cies, o volume ainda \u00e9 baixo. Na Lagoa Mirim e no canal de S\u00e3o Gon\u00e7alo, h\u00e1 expectativa de uma pesca melhor neste ano, devido ao n\u00edvel da \u00e1gua estar mais elevado que o de costume.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/estado.rs.gov.br\/upload\/recortes\/201903\/14221423_1624683_GDO.jpg\" rel=\"lightbox\" title=\"ARROZ  : Colheita avan\u00e7a e chega a 22% da \u00e1rea plantada\">\u00a0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Informativo Conjuntural da Emater-RS\/Ascar reproduz dados da segunda estimativa da safra de ver\u00e3o ga\u00facha 2018\/2019, divulgada na Expodireto, na ter\u00e7a-feira. 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