{"id":90938,"date":"2019-08-21T08:23:18","date_gmt":"2019-08-21T11:23:18","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/?p=90938"},"modified":"2019-08-21T08:23:18","modified_gmt":"2019-08-21T11:23:18","slug":"transito-semestre-tem-menor-numero-de-mortes-dos-ultimos-doze-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/transito-semestre-tem-menor-numero-de-mortes-dos-ultimos-doze-anos\/","title":{"rendered":"TR\u00c2NSITO : Semestre tem menor n\u00famero de mortes dos \u00faltimos doze anos"},"content":{"rendered":"<p>O balan\u00e7o da acidentalidade no primeiro semestre aponta para o menor n\u00famero de mortes no tr\u00e2nsito do RS desde 2007, quando o DetranRS estabeleceu a metodologia atual que contabiliza as v\u00edtimas que v\u00eam a \u00f3bito at\u00e9 30 dias p\u00f3s acidente. Foram 806 mortes de janeiro a junho nas vias ga\u00fachas, um n\u00famero ainda muito alto, mas 7% menor do que no mesmo per\u00edodo do ano passado, quando morreram 865 pessoas.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia no tr\u00e2nsito vem diminuindo desde 2010, quando foi registrado o pico da acidentalidade no Estado (1.147 mortes no 1\u00ba semestre). Com algumas inflex\u00f5es nos anos 2014 e 2017, a redu\u00e7\u00e3o \u00e9 constante, como mostra o gr\u00e1fico. O n\u00famero de acidentes fatais tamb\u00e9m caiu 5% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro semestre de 2018, passando de 772 ocorr\u00eancias para 733.<\/p>\n<p><b>ACIDENTES <\/b><\/p>\n<p>An\u00e1lise dos acidentes no primeiro semestre define as colis\u00f5es frontais ou traseiras como respons\u00e1veis por 34,5% das ocorr\u00eancias com mortes, seguidas pelos atropelamentos (23%) e das colis\u00f5es laterais (12%). Os autom\u00f3veis s\u00e3o os mais frequentes nas trag\u00e9dias, representando 36% do total de ve\u00edculos envolvidos nos acidentes fatais. Relativamente \u00e0 frota \u00e9 um percentual \u00e9 baixo, considerando que s\u00e3o 61% dos ve\u00edculos em circula\u00e7\u00e3o. As motocicletas e motonetas, ao contr\u00e1rio, representam 17% da frota e foram 22% dos ve\u00edculos envolvidos em acidentes fatais.<\/p>\n<p>Fins de semana concentraram a maioria das ocorr\u00eancias (51% se somadas as sextas, s\u00e1bados e domingos) e o turno da noite foi o mais perigoso, acumulando 36% dos acidentes fatais. Cinquenta e oito por cento das ocorr\u00eancias com mortes aconteceu em rodovias.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-90939\" alt=\"pol 21 ago 19 tr\u00e2nsito\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-transito.jpg\" width=\"635\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-transito.jpg 794w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-transito-150x113.jpg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-transito-300x226.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-90940\" alt=\"pol 21 ago 19 detran 2\" src=\"http:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-detran-2.jpg\" width=\"640\" height=\"409\" srcset=\"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-detran-2.jpg 800w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-detran-2-150x95.jpg 150w, https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pol-21-ago-19-detran-2-300x191.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/p>\n<p><strong>V\u00cdTIMAS <\/strong><\/p>\n<p>A maioria das v\u00edtimas fatais no tr\u00e2nsito no per\u00edodo de janeiro a junho deste ano estava na condi\u00e7\u00e3o de condutor de ve\u00edculo (27%). Somando-se aos 16% que morreram na condi\u00e7\u00e3o de passageiros, quase metade morreu dentro de carros.\u00a0 Os motociclistas tamb\u00e9m preocupam, representeando quase 25% do total de mortes, assim como os pedestres (21%).<\/p>\n<p>Seguindo um padr\u00e3o hist\u00f3rico, os homens s\u00e3o os mais vitimados, representando 79% do total de mortes. Trinta e sete por cento das v\u00edtimas tinha entre 21 e 39 anos. Depois dessa idade a participa\u00e7\u00e3o em acidentes come\u00e7a a cair, voltando a crescer na faixa dos 65 aos 74 anos. Para ver o relat\u00f3rio completo do diagn\u00f3stico da acidentalidade, acesse a se\u00e7\u00e3o de Estat\u00edstica no site do DetranRS: detran.rs.gov.br<\/p>\n<p><b>AVAN\u00c7O AMEA\u00c7ADO <\/b><\/p>\n<p>O resultado do tr\u00e2nsito menos violento da hist\u00f3ria recente vem ao mesmo tempo em que o uso de radares m\u00f3veis nas rodovias federais \u00e9 suspenso, medida que pode amea\u00e7ar parte do avan\u00e7o que vem sendo conquistado no Estado. Junto com o controle do \u00e1lcool e do celular, do uso do cinto de seguran\u00e7a, cadeirinhas e capacetes, a gest\u00e3o da velocidade \u00e9 uma das recomenda\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade para reduzir a mortalidade no tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p>\u201cOs radares s\u00e3o instrumentos importantes para o controle da velocidade nas estradas. Retirar os radares das rodovias \u00e9 dar carta branca para os maus motoristas pisarem ainda mais fundo, provocando trag\u00e9dias que seriam evit\u00e1veis caso houvesse algum tipo de controle. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que os radares inibem o comportamento inadequado, e que a rigidez na puni\u00e7\u00e3o \u00e9, muitas vezes, a \u00fanica forma de \u2018educar\u2019 determinados motoristas\u201d, avalia o diretor-geral do DetranRS, Enio Bacci.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O balan\u00e7o da acidentalidade no primeiro semestre aponta para o menor n\u00famero de mortes no tr\u00e2nsito do RS desde 2007, quando o DetranRS estabeleceu a metodologia atual que contabiliza as<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":40332,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[305,27],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90938"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=90938"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90938\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":90941,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90938\/revisions\/90941"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40332"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=90938"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=90938"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodamanhapelotas.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=90938"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}