“Eu vou antecipar só uma, por exemplo, que é a eliminação do adicional da tarifa de embarque pra voos no exterior. Os US$ 18 que hoje são pagos, a gente deve eliminar em breve”, adiantou o ministro.
[caption id="attachment_93300" align="alignright" width="300"]
Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freita[/caption]Tarcísio Gomes de Freitas também apresentou um diagnóstico do setor aéreo no Brasil. Ele afirmou que mesmo com a saída da Avianca e de problemas de oferta, concentração do mercado e com alguns modelos de aeronaves [Boeing 737 Max], afastados pela Gol de sua malha aérea, a a aviação civil deve crescer entre 2 a 3% em 2019. O ministro também apresentou uma estimativa para os próximos anos.“Hoje a gente atende 140 localidades, são 120 milhões de passageiros. A nossa ideia é chegar aos 200 milhões de passageiros e 200 localidades em 2025 com os investimentos que estão sendo gestados agora”, afirmou Gomes de Freitas.
O ministro também confirmou que vão ser 41 aeroportos concedidos pelo governo até o fim de 2022, totalizando 63 terminais transferidos para a iniciativa privada. Com os recursos que estão entrando nos cofres públicos, Tarcísio Gomes de Freitas explicou que o governo está investindo na aviação regional em aeroportos no interior da Amazônia, Nordeste e Minas Gerais, além do Centro-Oeste e Sul do país, que vão ser integrados com os aeroportos que serão concedidos.
Em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro destacou que essa é uma das medidas que o governo cria para incentivar o setor de aviação civil e a entrada de novas empresas no setor. "Objetivo é atrair também empresas internacionais na concorrência de voos domésticos", disse.