A prancha ortostática é uma maca que eleva o paciente, permitindo que ele fique em pé mesmo estando sedado e não responsivo. Dessa forma, ele mantém as funções básicas, além de obter melhora na circulação e na parte ventilatória. Por ser um método de mobilização precoce - terapia que traz benefícios físicos e psicológicos - o equipamento pode reduzir o tempo de permanência do paciente na UTI.
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MÉDICO Mário Guerreiro e as fisioterapeutas[/caption]Pelo terceiro ano consecutivo, o Seminário Interdisciplinar da UTI, organizado pelo médico Marcio Guerreiro e pelas fisioterapeutas Thamires Seus, Roberta Palmeiro e Aline Coutinho, gera frutos que beneficiam acadêmicos, profissionais e, principalmente, os pacientes. De acordo com a coordenadora da LAFiTI e professora da UCPel, Thamires Seus, o evento foi idealizado com a proposta de melhorar as condições de tratamento na UTI.
Além dos pacientes, a professora destaca o impacto positivo da ação na formação acadêmica dos estagiários. Para ela, a oportunidade de manusear tecnologias disponíveis somente em grandes centros é um diferencial na formação dos futuros profissionais. “Presenciar e participar dessa mobilização vai motivar eles a melhorar a realidade dos lugares que irão trabalhar futuramente”, complementa.
Além da prancha ortostática, foram adquiridos com as três edições do Seminário um cufometro, cicloergômetros e máscara de ventilação mecânica não invasiva. Ainda nesse semestre também serão compradas poltronas que possibilitam tirar o paciente do leito.