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Na genitália masculina, o pênis é o local mais comum para aparecimento do HPV.[/caption]“É importante que a população entenda que não é campanha. O HPV agora é vacina de rotina para o público-alvo e a carteira tem que estar atualizada”, alerta a enfermeira Ana Alice Maciel, da Vigilância Epidemiológica. São duas doses, com intervalo de 6 meses. As crianças e adolescentes que tomaram uma dose e não tomaram a segunda, devem procurar a UBS munidos da carteira. Homens e mulheres com HIV, de 9 a 26 anos, devem tomar 3 doses, com intervalos de dois e seis meses.
A vacinação contra o HPV em meninos de 12 e 13 anos, 11 meses e 29 dias começou em janeiro deste ano. A SMS estima que haja cerca de cinco mil meninos em Pelotas nesta faixa etária, já que esse foi o número de nascidos-vivos do sexo masculino entre 2005 e 2006. A intenção do Ministério da Saúde é ampliar gradativamente a faixa etária masculina apta a receber a dose contra o HPV, assim como ocorreu com a feminina. Em 2018, deve passar a incluir meninos de 11 a 12 anos; 2019, os de 10 a 11 e, em 2020, também passarão a ser imunizados os de 9 a 10 anos.