EMPRÉSTIMO – A cliente, no entanto, foi alertada pela filha adolescente, que se tratava de empréstimo e não deveria assinar. A funcionária foi questionada, e disse que “achou que queria dinheiro”. A senhora então, afirmou que queria o dinheiro do benefício, e não do banco.DIREITO – A vítima relata que procurou advogado, e foi informada que, em outubro do ano passado, constava um empréstimo contratado com a mesma funcionária. A aposentada afirma que não pegou a quantia, mas seguidamente está recebendo, através do celular, cobranças bancárias.
Carlos Cogoy/Diário da Manhã