O Projeto Pinípedes do Sul é executado pelo Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (NEMA) e patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.
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ESPÉCIE é encontrada com frequência no litoral gaúcho[/caption]O lobo-marinho-subantártico também é conhecido popularmente como lobo-marinho-do-peito-branco em função da coloração pardo-amarelada de sua pelagem no peito, garganta e face. Apresentam também uma mecha de pelos no alto da cabeça, semelhante a um topete.
No litoral do Rio Grande do Sul, esta espécie não é encontrada com tanta frequência. Costuma-se registrar de 3 a 7 exemplares por ano. Porém, não são todos os anos que a espécie é registrada. O número máximo de ocorrências deu-se no ano de 2002, quando foi registrada a presença de 26 exemplares da espécie no litoral Sul. Estima-se que os animais que ocorrem nessa região sejam oriundos das colônias das ilhas subantárticas da Geórgia do Sul.
É importante que a comunidade saiba como agir caso encontre qualquer mamífero marinho na beira da praia. De acordo com o ecólogo Sérgio Estima, o principal procedimento é manter o local isolado, não tentar reintroduzir o animal ao mar e contatar as autoridades locais.
O Projeto Pinípedes do Sul tem o objetivo de reduzir as ameaças à conservação das espécies de Pinípedes, que constitui o grupo de mamíferos marinhos que inclui as focas, leões e lobos-marinhos e das tartarugas marinhas no sul do Brasil e aumentar o nível de proteção de duas Unidades de Conservação – Refúgio da Vida Silvestre do Molhe Leste (São José do Norte, RS) e Refúgio da Vida Silvestre da Ilha dos Lobos (Torres, RS), onde há grande concentração desses animais.
SAIBA O QUE FAZER AO ENCONTRAR UM MAMÍFERO MARINHO NA BEIRA DA PRAIA:
- - Não se aproximar
- - Não alimentar o animal
- - Não tentar reintroduzir o animal ao mar
- - Entrar em contato com autoridades locais.
TELEFONES PARA CONTATO:
- NEMA: (53) 32362420
- CRAM-Furg: (53) 3231-3496
- ICMbio: (53) 3231-4936