Quem andava pela avenida principal, viu crianças se divertindo na cama elástica, em uma quadra de basquete improvisada, nos brinquedos do SESC (Serviço Social do Comércio). De pano de fundo e de maneira anônima, zelando pela segurança, estavam os policiais militares de Pelotas e aqueles em reforço ao município durante a Operação Golfinho.
Neste dia atípico, militares deslocavam a pé no calçadão e pelo meio da rua no espaço –literalmente – tomado pelo povo. O policiamento motorizado foi uma constante do dia, com viaturas circulando pelas ruas, atuando de maneira preventiva e ostensiva e, por vezes, com paradas em locais estratégicos com maior circulação e fluxo de pessoas, o que permitia uma aproximação com as pessoas que se dirigiam aos policiais a fim de obter informações sobre o trabalho que estavam realizando em Pelotas.Considerando o Laranjal como um local tranquilo, o soldado Jose Damian, 30, que é oriundo do 2º Batalhão de Polícia de Área de Fronteiras, de São Borja, considerou um dia bem importante para os policiais que estavam atuando no balneário, haja vista o número de servidores atuando na localidade e a possibilidade de circular e poder interagir com as pessoas.