Entrada para acesso ao serviço permanece a mesma, mas a nova área reduz o deslocamento interno para atendimento
O Pronto Atendimento Obstétrico (PAO) do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE-UFPel), vinculado à HU Brasil, passou a funcionar em um novo espaço a partir desta quinta-feira, 1º de outubro, próximo à porta de acesso principal do hospital. O serviço é referência para Pelotas e região, funciona 24h, todos os dias, e recebe gestantes com 20 semanas ou mais de gestação e puérperas até 28 dias após o parto.
O acesso ao serviço permanece o mesmo: as pacientes continuarão entrando pela portaria principal do HE-UFPel, localizada na Rua Professor Doutor Araújo, nº 538, no Centro. A mudança está no percurso interno, que passa a ser mais curto.
A nova área reúne todos os ambientes relacionados ao atendimento obstétrico de urgência e emergência, segundo a gerente de Atenção à Saúde, Gabriela Couto. “O espaço foi pensado para organizar melhor todo o percurso dessa usuária dentro do serviço. Temos uma estrutura com triagem, consultório e sala de observação, permitindo que o atendimento aconteça com mais conforto, privacidade e resolutividade. Essa mudança também amplia as condições para as equipes trabalharem”, explicou.
Anteriormente, conforme detalhou o chefe da Divisão de Logística e Infraestrutura Hospitalar, Wilson Júnior, os serviços relacionados à emergência obstétrica funcionavam em ambientes separados, em um corredor próximo à Clínica Obstétrica. “A nova configuração utiliza uma área próxima ao acesso principal do hospital, que passou por adequações para integrar esse atendimento”.
A chefe da Unidade de Saúde da Mulher do HE-UFPEL, Catiele Prietsch, orienta que as gestantes procurem o serviço sempre que perceberem alguma alteração ou situação que gere preocupação. “A ideia do acolhimento obstétrico é justamente receber essa paciente, entender o que está acontecendo e fazer a avaliação necessária”, reforçou.
A partir do acolhimento, a equipe acompanha o caso e define a conduta, que pode ser a liberação da paciente, a permanência em observação ou uma avaliação mais detalha, conforme cada situação. Também segundo Catiele, o novo espaço favorece a organização do atendimento: “A paciente não precisa circular por diferentes espaços e a equipe consegue trabalhar de uma maneira mais integrada, identificando com mais facilidade qual é a necessidade de cada caso e qual deve ser o próximo passo no atendimento”.