Diário da Manhã

segunda, 18 de novembro de 2019

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Empresa responsável por pintura em prédio central rebate afirmações da prefeitura

17 fevereiro
16:13 2014

A questão envolvendo a pintura de parte do prédio que fica na esquina das ruas Andrade Neves (Calçadão) com Marechal Floriano – antigo prédio das Lojas Mazza -, por uma Clínica Dentária está rendendo mais um capitulo. Desta vez, com os argumentos da empresa “Verdu e Martins”, que rebate argumentação da fiscalização da Secretaria de Gestão da Cidade e Mobilidade Urbana quanto a estar o referido prédio “inventariado”, dentre outras observações a respeito de material divulgado pela Secretaria no dia 14 deste mês.

VERDU & Martins estranha posição do Poder Público em relação ao prédio que se encontra em estado precário  FOTO:  Eduardo Beleske/Especial DM

VERDU & Martins estranha posição do Poder Público em relação ao prédio que se encontra em estado precário
FOTO: Eduardo Beleske/Especial DM

Em nota, assinada por Everton Dias Gomes, a empresa diz ter recebido notificação da prefeitura no dia 7 deste mês e no dia 13 apresentou defesa.

“Após realizarmos todo esse procedimento, conforme orientação da Prefeitura, fomos procurar a secretaria de cultura e urbanismo, na qual fomos atendido pela servido Sra. Liciane, sendo que a mesma nos informou que não pode ser gerada a multa que foi publicada nesse veículo de comunicação pois o processo de inventário está tramitando nos órgãos competentes, sendo que este é considerado como patrimônio histórico apenas pelos acadêmicos e município, entretanto, ainda esta sendo objeto de estudo dos mesmos”, informa Everton.

“Já estamos providenciando o reparo no prédio, sendo que iremos solicitar autorização para os órgãos competentes para restaurar o prédio que se encontra em estado precário, sendo visível pelo público, sendo que não vemos nenhum empecilho em realizar a pintura do prédio, pois conforme estabelecimentos localizado no mesmo, é visível a despadronização das cores e em nenhum momento a prefeitura divulgou que estava sendo descaracterizado o patrimônio publico, Ai fica a pergunta: será que estamos servindo de válvula de escape? Pois a obra só foi embargada porque  a cor era amarela e visível aos olhos… De repente, se pintarmos de roxo conforme empresa estabelecida no local, não teríamos problema?”, indaga. E continua:

“Mais um questionamento: se o prédio e considerado como patrimônio histórico, deveria ter um projeto de restauração tramitando para essa finalidade, sendo que conforme relato dessa servidora, o mesmo não existe”, conclui Gomes.

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