Escola Piratinino de Almeida celebra 100 anos de fundação
Unidade localizada no bairro Areal é a terceira maior da rede municipal, com mais de 800 alunos e 126 professores e servidores
A Escola de Ensino Fundamental (Emef) Piratinino de Almeida comemora 100 anos de fundação. O prefeito Fernando Marroni, bem como a secretária de Educação, Vitória Feldens, prestigiaram a solenidade, que também recebeu a Orquestra Estudantil do Areal. Além de homenagens, foi descerrada uma placa em reverência aos servidores do estabelecimento de ensino.
“É uma honra não apenas para o bairro Areal, mas para toda Pelotas contar com uma escola como a Piratinino de Almeida, que há 100 anos é responsável pela formação de gerações de pelotenses que por aqui passaram em busca de um futuro mais digno e promissor, parabéns à escola, à direção, professores, funcionários, alunos e responsáveis, e muito obrigado, escola Piratinino de Almeida, pelo papel que cumpre em nossa sociedade”, agradeceu o prefeito.
Fundada em 22 de maio de 1926, a Emef Piratinino de Almeida é atualmente a terceira maior escola da rede municipal de ensino. Soma mais de 800 alunos do 1º ao 9º ano, além de 126 professores e técnicos. Motivo de orgulho para a secretária Vitória Feldens: “A Secretaria Municipal de Educação [SME] será sempre uma parceira desta escola e se coloca à disposição para celebrar e cultivar mais anos desta bela história pela frente.”
Diretora da unidade, a professora Cátia Bessa disse que o sentimento de realizar a festa do centenário é de dever cumprido. “”Quando assumi a gestão, em 2025, não tinha tamanha ideia dessa responsabilidade que seria a comemoração dos 100 anos da nossa escola”, afirma.
A pedagoga e ex-aluna Bruna Nunes não escondeu sua gratidão. Professora dos anos iniciais, sua relação com a Emef Piratinino de Almeida começou na infância, aos seis anos de idade. “Os ensinamentos e carinho recebidos dos professores que tive aqui me fizeram amar a educação”, reconhece ela. Filha de educadores, ela dá continuidade à tradição familiar de docentes do estabelecimento de ensino. Seu pai, Gilmar Duarte Nunes, também foi professor da Piratinino, nos anos finais do então 1º grau – hoje, ensino fundamental. “Foi professor aqui até se aposentar, então tive vivências como aluna e como filha de professor, sempre foi, portanto, minha escola do coração, desde a faculdade de Pedagogia sonhava lecionar aqui.”
Foto: Lenise Slawski






