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sexta, 05 de março de 2021

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Bibliotheca Pelotense investe na digitalização do acervo e no espaço infantojuvenil

Bibliotheca Pelotense investe na digitalização do acervo e no espaço infantojuvenil
25 janeiro
08:29 2021

Tão logo seja possível o retorno presencial, o público que costuma frequentar as instalações da Bibliotheca Pública Pelotense terá algumas novidades para conferir. A partir de recursos repassados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), via Lei Federal de Incentivo à Cultura, a instituição fundada no ano de 1875 investiu em melhorias no espaço destinado ao público infantojuvenil, além de adquirir um projetor para a exibição de filmes e documentários aos jovens que visitarem o Museu Histórico da Bibliotheca Pelotense.

Para conhecer de perto os investimentos e também a trajetória de um espaço que passa por três séculos diferentes, a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, esteve em visita à Bibliotheca nesta sexta-feira (22/01). Num rápido evento com a participação da prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas, e da presidente da instituição, Lisarb Crespo da Costa, foram conferidas as intervenções realizadas ao longo do ano passado na sala infantojuvenil, que ganhou novo mobiliário, adaptações em termos de acessibilidade e um reforço de 60 livros para o seu acervo. “O apoio a iniciativas que contribuem para o desenvolvimento social, facilitando e ampliando o acesso à educação e à cultura, de forma inclusiva, faz parte da missão e da política de responsabilidade socioambiental do BRDE, assim como reafirma nosso compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, destacou Leany Lemos.

ACOMPANHADA da prefeita Paula Mascarenhas a presidente do BRDE Leany Lemos visitou a Bibliotheca
Gustavo Vara/Prefeitura de Pelotas

Na soma dos valores repassados desde 2017, o BRDE destinou mais de R$ 86 mil para a Bibliotheca Pelotense, o que viabilizou as melhorias ao longo dos últimos três anos. Um dos destaques foi o patrocínio do banco para a aquisição, ainda em 2019, de um scanner planetário. O equipamento possibilitou disponibilizar à população o acesso a documentos e publicações históricas, começando pelas edições do jornal A Alvorada, semanário liderado por um grupo de intelectuais negros surgido quase duas décadas depois da abolição da escravatura no Brasil e que se propunha a difundir os ideais da  luta pelo fim das desigualdades raciais e o maior acesso da população negra à educação.

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