Diário da Manhã

sábado, 21 de maio de 2022

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Mais de um quinto da arbitragem de Atletismo nas Surdolimpíadas é pelotense

11 maio
08:49 2022

A 24ª edição das Surdolímpiadas – Deaflympics 2022 – que se iniciou no dia 1° e vai até 15 de maio, em Caxias do Sul, conta com 11 árbitros pelotenses no Atletismo. Ao todo, são 50 convocados pela Confederação Brasileira de Atletismo para arbitragem oficial. Entre os profissionais, dois integram o Departamento de Desporto da Prefeitura de Pelotas. O coordenador do Paradesporto do Município, Huibner Machado, e a coordenadora do Programa Vida Ativa, Marília Vergara, participam pela primeira vez de um evento oficial de atletismo para surdos. Os demais profissionais pelotenses que atuam na arbitragem do Atletismo são: Carolina Treptow, Betina Boetege, Diogo Heleno Fülber de Souza, Fabiola Copello, Lucas Vargas Sagaz, Rafael Pederzoli Teixeira, Rodrigo Barcelos, Vinicius Amaral da Silva e Vladmir Araújo da Costa.

 

Futebol: Nessa arbitragem há três pelotenses: o Supervisor da SMED, Jean Pierre Lima, o membro do Conselho Tutelar, Eduardo Bastos, e o professor de Educação Física, Érico Andrade. De acordo com os profissionais, as regras são as mesmas do futebol olímpico. A diferença é a comunicação entre árbitros e atletas. No futebol, o tradicional apito do juiz dá a vez para uma bandeira, na comunicação visual. “O futebol da comunidade surda tem companheirismo e boa relação entre os oponentes. Quando lançamos gesto com a bandeira, os atletas se comunicam para avisar sobre o sinal da arbitragem”, relatou o tradicional árbitro Jean Pierre.

Taekwondo: Marcelo Bispo e Lucas Ribeiro, do Projeto Quem Luta Não Briga, lutaram no fim de semana (7 e 8) nas Surdolimpíadas, mas não subiram no pódio. Marcelo disputou com atleta da Coreia do Sul, país de origem do Taekwondo, e Lucas esteve próximo à vitória contra atleta da Venezuela, ficando à frente na luta, mas sofreu um golpe que o levou à derrota. O técnico Rossano avaliou a participação dos atletas pelotenses como uma grande experiência. “Ganhamos muita experiência, percebemos que, apesar de nossos atletas estarem no topo da modalidade em nível nacional, nessa competição ainda precisamos evoluir para estar no mesmo nível dos europeus e dos asiáticos, por exemplo.”

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